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Givanildo Sales (E), técnico da Juazeirense, e Roberto Carlos (D), presidente da Juazeirense Givanildo Sales (E), técnico da Juazeirense, e Roberto Carlos (D), presidente da Juazeirense

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Presidente da Juazeirense está tranquilo sobre disputa na Justiça e diz: “O Sport correu”

Foto: Juazeirense/Divulgação

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A Juazeirense vencia o Sport por 3 a 2 no estádio Adauto Moraes, em Juazeiro-BA, quando a energia do estádio passou a apresentar oscilações e, depois de mais de 1h10min de espera, o árbitro resolveu encerrar a partida. Na súmula, ele relatou que o Leão se recusou a voltar a campo e por isso encerrou o duelo. O Rubro-negro levará o caso ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) para recorrer da decisão do árbitro. Sobre essa possibilidade, em entrevista ao NE45, o mandatário do clube baiano, Roberto Carlos, se mostra tranquilo, afirma que não houve irregularidade e pontuou: “O Sport correu porque sabia da derrota”.

“Nós estamos literalmente tranquilos, porque não houve nada irregular. A partida se deu de forma tranquila. Infelizmente as instalações do estádio Adauto Moraes são velhas, da década de 70. Nunca sofreram uma grande reforma. A energia deu um superaquecimento e faltou por 16 minutos em algumas torres. Não foram todas. Após 16 minutos, a energia voltou tranquilamente, só que, após isso, deu um problema no gerador. Mas não faltou energia, diminuiu a (potência da) energia, mas tinha condições de dar jogo. O nosso goleiro, que foi consultado pelo árbitro, veio conversar com a comissão técnica, que autorizou dar seguimento ao jogo. O juiz quis dar o jogo e, infelizmente, o Sport correu porque sabia da derrota”, argumentou o mandatário.

O Sport possui diversas reclamações em relação ao comportamento da Juazeirense ao longo da partida, principalmente com práticas de antijogo, como o “sumiço” das bolas que ficam com os gandulas, o sistema de irrigação do gramado sendo acionado, e a cera do time baiano durante a partida. Como o atendimento ao zagueiro Dedé após choque com o atacante Mikael, onde a ambulância do estádio chegou a entrar em campo, mas o defensor foi atendido e retornou para a partida.

Ainda de acordo com o presidente do Cancão, o Sport vem criando factoides para encobrir a má atuação dentro de campo e que precisa se explicar ao torcedor pelo desempenho no início de temporada e pelas eliminações consecutivas na primeira fase da Copa do Brasil.

“Estávamos muito melhores do que eles no segundo tempo e a probabilidade da gente fazer mais gols era real, muito maior do que eles empatarem. Aí o Sport tem que, em vez de ficar criando factoides, explicar a má atuação aos torcedores. Porque não vem bem no Campeonato Pernambucano, perdeu em plena Ilha do Retiro para o Salgueiro. Porque vem, há três anos consecutivos, sem passar para a segunda fase da Copa do Brasil. E aí não querer imputar uma decisão de campo à Juazeirense. Fomos um time que quis jogar, voltamos para campo e eles correram. Não quiseram jogar e, infelizmente, prejudicou o espetáculo, porque queríamos ver mais gols da Juazeirense”, acrescentou. 

Reincidência da Juazeirense

Capítulo semelhante sobre problemas na iluminação do estádio Adauto Moraes aconteceu em 2019. O jogo entre o Cancão e o Vasco, pela primeira fase da Copa do Brasil, estava empatado em 1 a 1 quando as torres de iluminação apresentaram problemas no segundo tempo. Após 26 minutos de espera, a luz foi reestabelecida e a Juazeirense virou o jogo. Porém, no fim da partida, também numa penalidade, o Alvinegro empatou o duelo e avançou de fase. O mandatário baiano negou o fato de que o clube seria reincidente nesta situação, retirando a possibilidade de ser algo proposital.

“Eles estavam dizendo que aqui nós somos reincidentes. É mentira. Claro que houve na Copa do Brasil, também, uma queda de energia por sobrecarga. Eram muitas televisões aqui transmitindo o jogo. Houve uma sobrecarga no jogo contra o Vasco, mas que em nesse momento o nosso time estava perdendo o jogo para o Vasco. Como que iríamos fazer algo errado se nosso time está perdendo (estava empatando, na verdade)? São coisas da natureza. Ninguém pode ser contra a natureza”, concluiu o presidente Roberto Carlos. 

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