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Hélio dos Anjos, técnico do Náutico Hélio dos Anjos, técnico do Náutico

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Hélio lamenta erros de marcação do Náutico diante do Vera Cruz

Foto: Tiago Caldas/Náutico

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O Náutico bateu o Vera Cruz por 3 a 1 no estádio dos Aflitos, neste domingo (21), mas encarou mais problemas do que imaginava para a partida. Até porque, apenas no primeiro tempo, o time de Vitória de Santo Antão teve três chances de abrir o placar e desperdiçou. A marcação alvirrubra foi bastante falha no duelo e preocupou o técnico Hélio dos Anjos, principalmente na passividade que o time demonstrou ao não iniciar a briga pela bola desde o ataque, sobrecarregando mais ainda o meio-campo e defesa.

“Nosso problema hoje foi que não fizemos nossa marcação pós-perda. O adversário acabou conduzindo por dentro, entrando com a bola dominada dentro dos meus volantes e minha zaga. Nós tivemos que correr para trás muitas vezes. E isso não é normal na nossa equipe. Então é falha de marcação, não somente dos volantes, mas também do sistema ofensivo. A agressividade na marcação pós-perda que vai deixar seus volantes na condição de só chegar e roubar a bola. Eu detectei isso, achei uma deficiência. Sabemos que o adversário hoje teve alguma liberdade, mas se pegarmos um adversário de mais qualidade, vamos correr riscos muito maiores”, avaliou o treinador do Náutico.

Por outro lado, Hélio destacou que algumas das características que o Timbu adquiriu desde a sua chegada na Série B e fez a equipe escapar do rebaixamento, não foram apresentadas no duelo contra o Vera Cruz. Ele ressaltou que quer tais características de volta para que o Náutico possa manter sua pegada e não sofra tantos sustos como passou.

“Temos algumas situações chave na nossa equipe, que já criou identidade desde a temporada passada. Pouco contra-ataque, corre muito pouco para trás, correr mais para frente, para marcar essa bola quando ela tive no pé do adversário. Não correr para frente só com a bola, também sem ela, agredir na marcação alta, ajustada. Isso faltou um pouco na nossa linha ofensiva. A passividade nesse ponto ocasionou essa situação no contra-ataque do adversário, que aconteceu com condução de bola, não foi com bola longa nas costas da zaga. Foi com condução pelo meio e acontecendo jogadas de chegar frente a frente com meu goleiro. Então são coisas que aconteceram e sabemos o por quê aconteceram”, concluiu o técnico do Náutico.

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