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Diretor do Independiente diz que grupo foi ameaçado pela polícia no aeroporto

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Antes de entrar em campo na noite desta terça-feira (4) contra o Bahia, pela Sul-Americana, o Independiente-ARG teve problemas. Oito jogadores, dois membros da comissão técnica e o assessor de imprensa foram impedidos de sair do aeroporto por terem testado positivo para a Covid-19. Assim, o grupo ficou no local e, na tentativa de resolver o problema, houve um princípio de confusão, de acordo com o diretor do clube Walter Lusnig em entrevista à rádio La Red, da Argentina.

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“Eles ligaram o ar condicionado e nos deixaram deitados no chão. Acho que era preferível dormir na rua. Nos trouxeram cobertores e comida do hotel. A polícia brasileira é bastante complexa. Com a troca da guarda, vieram até nós, houve um pequeno conflito e ameaçaram sacar uma arma. Insaurralde e Arregui foram levados para conversar. O que passou foi que dormimos no piso do aeroporto, uma loucura. Os policiais nos ameaçaram, metendo a mão na cintura como se fossem sacar uma arma”, afirmou o dirigente.

Após a confusão, os jogadores e os membros da comissão técnica com teste positivo para a Covid-19 embarcaram de volta para a Argentina. O retorno, no entanto, aconteceu apenas no início da tarde.

O Independiente alegou que eles tiveram a doença recentemente e possuem fragmentos do vírus, mas sem o risco de contaminação. O clube também afirmou que não sabia das restrições no Brasil e que tinha a autorização da Conmebol para viajar com os profissionais.

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