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Fortaleza: Escassez na revelação de talentos da base

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A baixa produtividade na revelação de talentos na base do Fortaleza chama atenção. Nas últimas quatro temporadas, de 2017 a 2020, nenhum jogador rendeu receita milionária ao Tricolor. Somente três nomes compuseram o elenco do ano passado: Kennedy, goleiro; Bruno Melo, lateral-esquerdo e meia; Felipe, volante.

Mas o que escancara ainda mais a baixa produtividade é a relação abaixo enxuta de jogadores que surgiram na base, atuaram no profissional e estão seguindo a carreira em outros clubes.

Confira também as análises sobre as divisões de base de Santa Cruz, Sport, Náutico, Bahia, Ceará e Vitória

Goleiro

Matheus Jesus – 23 anos

Sem chances no Fortaleza, esteve emprestado ao Grêmio Prudente em 2020.

Lateral-direito

Rener – 20 anos

Foi jogar, ano passado, no Neftchi, do Azerbaijão. 

Berg – 21 anos

Com poucas chances no profissional do Tricolor, foi atuar, em 2020, pela Cabense-PE e Pacajus-CE.

Lateral-esquerdo

Guilherme – 22 anos

Teve duas oportunidades em 2017 no profissional, depois seguiu, quando estourou idade, para o Ceará e, em 2020, Plácido de Castro-AC e Operário-MT.

Laerth – 22 anos

Com raras chances no profissional, começou a rodar, a partir de 2019, por River-PI, Picos-PI e União-CE.

Volante

Sérgio – 23 anos

Apesar de ser muito mais aproveitado que os demais nomes da base citados neste período, terminou deixando o clube para defender o Hercílio Luz-SC, em 2019, e o Guarany de Bagé-RS, em 2020.

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