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Podcast debate as melhores estratégias para Náutico e Sport na final

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Náutico e Sport se enfrentam pela finalíssima do Campeonato Pernambucano no próximo domingo (23), nos Aflitos. O empate por 1 a 1 no jogo da ida faz com que os dois times cheguem para a partida dependendo da vitória para serem sagrarem campeões. Diante do confronto, a equipe do Podcast 45 Minutos avaliou a situação atual dos dois times e traçou alguns dos principais pontos a serem melhorados e as estratégias que eles podem adotar para vencer a final.

NÁUTICO

Nas análises do primeiro jogo da final – que você pode ouvir clicando aqui -, o time alvirrubro foi levantando como protagonista pela superioridade dentro de campo na escolha de não ceder ao estilo reativo do Sport. Na visão de Ropolpho Moreira e João de Andrade Neto, a estratégia – que vem funcionando ao longo do Pernambucano – não deve mudar.

“Então eu acho que a estratégia de jogo do Náutico não deve mudar, […] mas o que o Náutico precisa fazer no jogo é tentar agredir o Sport de uma maneira de que seja consciente, qualificando seu poder de decisão, assumindo aquele protagonismo que a gente falou pra conseguir ter essa vitória nos 90 minutos e fazer isso sem ceder tanto espaço”, destaca Rodolpho Moreira.

“Se o Náutico mudar a estratégia agora o Náutico esta errado. O Náutico jogou o campeonato inteiro dessa forma e é uma estratégia tão clara, tão nítida, que tem um ponto negativo aí: O Náutico não vai surpreender o Sport. Louzer está trabalhando como vai mudar o Sport, mas ele sabe como é que o Náutico vem, o Náutico não vai apresentar nada de novo”, acrescenta João de Andrade Neto.

SPORT

Nas análises do Sport, por outro lado, a mudança de estratégia, sobretudo as estratégias coletivas entre os setores, é apontada como essencial para se sobrepor ao adversário no próximo domingo.

“O grande desafio é tentar sobrepor o principal adjetivo do Náutico que é o ‘conjunto’. O Sport tem que se sobrepor a isso, e como é que vai se sobrepor a isso? Você tem talvez dois pontos essenciais aí: A qualidade técnica superior do individual do Sport, só que isso não vem aflorando porque muitas vezes depende um pouco desse conjunto que ainda não está azeitado; e aí vem um ponto que é uma palavra que lá atrás eu já disse, ‘atitude’. O Sport precisa ter uma atitude diferente em campo, com força mental, a força mental que se teve em 2020 para que o sistema defensivo não erre”, disse Kauê Diniz.

A necessidade de restruturação tática do time rubro-negro repensando o que foi feito na Série A de 2020 é unânime entre as análises no programa e o principal caminho que o Sport deve tomar. “Para domingo eu vou resumir em uma frase: […] O Sport de 2020 com o contra taque de 2021. Com a qualidade técnica do ataque de 2021, não existe outra alternativa para mim, a melhor alternativa é essa”, destaca Fred Figueiroa.

A conclusão das análises pendem para – apesar das chances equiparadas – um favoritismo para o Náutico, fazendo com que o Sport buque uma reversão, não em saldo de gols, mas técnica.”92 quando o Náutico ganhou de 1 a 0 e o jogo foi pra Ilha do Retiro, ali o cara não tinha certeza de nada não. E essa agora em relação ao Náutico, de outras finais que eu acompanhei com o Náutico, é a que mais se aproxima desse cenário de 1992 onde era um cenário de reversão muito difícil”, conclui Cassio Zirpoli.

Ouça a partir do minuto 95′:

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