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Podcast: ‘O Náutico vira uma página importante para o clube’, afirma João de Andrade

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Após 53 anos sem vencer o Sport em finais do Pernambucano e 47 anos sem ganhar um título nos Aflitos, o Náutico quebrou, neste domingo (23), os tabus que assombravam o clube e conquistou o Campeonato Pernambucano de 2021. O dia histórico para o Náutico foi tema do Podcast 45 Minutos, que analisou o feito alvirrubro no jogo decidido nos pênaltis – além do raio x da partida e os destaques em campo.

Com isso, o Náutico encerra o jejum diante do rival rubro-negro e dá adeus aos traumas de resultados anteriores que pesavam em decisões. “O Náutico vira uma página importantíssima para o clube, para o torcedor, pra tudo. Assim, eu acho que o Náutico agora zerou os traumas, sabe? É um clube hoje zerado de traumas. Ele pode vir a ter novos traumas, mas a partir de agora na segunda-feira, dia 24 de maio, o Náutico é um clube sem trauma”, afirma João de Andrade Neto.

RAIO X DA PARTIDA

Na análise da partida – ouça a partir do minuto 35′ -, a equipe do 45 Minutos traz os detalhes do empate por 1 a 1 que levou o Clássico dos Clássicos para os pênaltis. O maior número de chances antes dos dois gols no segundo tempo – Kieza aos 23′ e Mikael aos 41′ – foi a favor do Náutico, que dominou a partida como um todo, repetindo a boa performance propositiva do jogo da ida na Arena Pernambuco. “O Náutico tem todos os méritos do mundo pra sair com esse título. Conseguiu ser muito superior ao Sport no primeiro e no segundo também nos números de chances observadas a gente pode confirmar isso”, detalha Kauê Diniz.

O Podcast também elencou os melhores e piores da partida, que você pode ouvir a partir do minuto 83′.

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2 Comentários

2 Comments

  1. Nicomedes

    26 de maio de 2021 a 10:46

    TOP 10 dos lances “interpretativos” a favor do Sport

    1) Pernambucano 1992: gol de Ocimar (última bola da prorrogação); gol do Náutico anulado com lateral direito do Sport saindo do lance e dando aparente condição);

    2) Semifinais do Nordestão de 2001: pênalti indiscutível não marcado em Edil “Highlander”, atacante do Náutico aos 32 do 2o tempo (se marcado e convertido, gol daria vaga pro Náutico numa final Náutico X Bahia nos Aflitos; não dado, levou o Sport a ser vice na Fonte Nova)

    3) Pernambucano 2010 (segunda partida): pênalti (puxão de zagueiro dentro da área) não marcado sobre Carlinhos Bala aos 15 min do 1o tempo com placar ainda em 0 a 0;

    4) no mesmo jogo, gol de Leandrão do Sport validado (no rebote do goleiro, atacante aparece dois metros à frente do último zagueiro; lance de interpretação milimétrica (porque se mede não do rebote mas sim do chute do atacante Ricardinho); novamente decidido a favor do Sport, numa mesma decisão);

    5) Pernambucano 2012 (1o jogo das semifinais): árbitro, em jogo de despedida de carreira, deixa de expulsar Renê do Sport por uma segunda entrada violenta aos 15 minutos de jogo, dando apenas o “ultimato” (já tinha tomado o 1o amarelo aos 5 minutos); o treinador do Sport aproveita e o substitui aos 17 m do 1o tempo;

    6) no mesmo jogo, o árbitro expulsa, aos 15 do 2o tempo, Elicarlos do Náutico em lance similar (desta vez, sem tolerância nem aviso prévio);

    7) Pernambucano 2012 (2o jogo das semifinais): gol de Souza legítimo, anulado aos 32 do segundo tempo por impedimento inexistente (é certo que o Náutico teria que fazer mais um ainda pra se classificar, mas o jogo estaria em aberto se o gol fosse validado);

    8. Pernambucano 2017 (semifinais) Gol de Éverton Páscoa anulado na Ilha quando o jogo tava 2 a 1 pro Náutico; árbitro vê falta sobre o goleiro Magrão sem que o jogador tivesse tocado no goleiro (placar final do jogo terminou 3 a 2 pro Sport);

    9) Pernambucano (finais de 2019): gol impedido na 1a partida nos Aflitos validado a favor do Sport (na volta, o placar de 2 a 1 a favor do Náutico levou a decisão pros pênaltis apenas e o Sport terminou ali campeão);

    10) Pernambucano 2021 (primeira partida) aos 30 do 2o tempo, um lance com VAR que poderia ser interpretado de duas formas é definido a favor do Sport (não dá pra afirmar se o que vale é o calcanhar do zagueiro do Sport dando condição a Rhaldney, do Náutico, que fez o gol, ou se o impedimento seria medido pela parte superior ou inferior do tronco dos jogadores, ambos em posição diagonal).

    Tá mais do que na hora de algum jornalista, ou mesmo torcedor do Sport, fazer um levantamento de lances duvidosos em decisões (finais, semifinais ou quartas de finais, de Pernambucano ou Nordestão) em que o árbitro tenha optado por decidir lance duvidoso a favor do Náutico quando a disputa ainda estava indefinida. Vale lance de pênalti, expulsão de jogador de impedimento em lance duvidoso em jogo decisivo. Por uma questão de justiça mesmo. Só não vale lance aos 48 do segundo tempo com título já encaminhado. Isso serve de escárnio, não como “regra de compensação”. Achem pelo menos três lances, se puderem.

    Ontem, a repetição do pênalti a mando do VAR foi um golpe pra aquele tipo de torcedor que se acostumou a dizer sempre que “o choro é livre” pro rival no dia seguinte à eliminação com ajuda do “apito amigo”.

    No mais, parabéns a quem nunca se entregou à tese de que o Náutico “amarela” nas decisões. Devem haver mais fenômenos em decisões de campeonato do que coincidências.

    E parabéns ao Náutico, pelo título de 2021. Suado. Difícil. E acima de tudo, merecido.

  2. Nicomedes

    26 de maio de 2021 a 11:04

    TOP 10 dos lances “interpretativos” a favor do Sport em decisões contra o Náutico (1992 a 2021)

    1) Pernambucano 1992: gol de Ocimar (última bola da prorrogação); gol do Náutico anulado com lateral direito do Sport saindo do lance e dando aparente condição);

    2) Semifinais do Nordestão de 2001: pênalti indiscutível não marcado em Edil “Highlander”, atacante do Náutico aos 32 do 2o tempo (se marcado e convertido, gol daria vaga pro Náutico numa final Náutico X Bahia nos Aflitos; não dado, levou o Sport a ser vice na Fonte Nova);

    3) Pernambucano 2010 (segunda partida): pênalti (puxão de zagueiro dentro da área) não marcado sobre Carlinhos Bala aos 15 min do 1o tempo com placar ainda em 0 a 0;

    4) no mesmo jogo, gol de Leandrão do Sport validado. detalhe é que no rebote do goleiro, atacante aparece dois metros à frente do último zagueiro; lance de interpretação milimétrica, porque o impedimento se mede não do rebote do goleiro, mas sim do chute do atacante Ricardinho; duvidoso, porém novamente decidido a favor do Sport, numa mesma decisão;

    5) Pernambucano 2012 (1o jogo das semifinais): árbitro, em jogo de despedida de carreira, deixa de expulsar Renê do Sport por uma segunda entrada violenta aos 15 minutos de jogo, dando apenas o “ultimato” (já tinha tomado o 1o amarelo aos 5 minutos); o treinador do Sport aproveita e o substitui aos 17 m do 1o tempo;

    6) no mesmo jogo, o árbitro expulsa, aos 15 do 2o tempo, Elicarlos do Náutico em lance similar (desta vez, sem tolerância nem aviso prévio);

    7) Pernambucano 2012 (2o jogo das semifinais): gol de Souza legítimo, anulado aos 32 do segundo tempo por impedimento inexistente (é certo que o Náutico teria que fazer mais um ainda pra se classificar, mas o jogo estaria em aberto se o gol fosse validado);

    8. Pernambucano 2017 (semifinais) Gol de Éverton Páscoa anulado na Ilha quando o jogo tava 2 a 1 pro Náutico; árbitro vê falta sobre o goleiro Magrão, que admitiu que o jogador não chegou a tocar nele (placar final do jogo terminou 3 a 2 pro Sport);

    9) Pernambucano (finais de 2019): gol impedido na 1a partida nos Aflitos validado a favor do Sport (na volta, o placar de 2 a 1 a favor do Náutico levou a decisão pros pênaltis apenas e o Sport terminou ali campeão);

    10) Pernambucano 2021 (primeira partida) aos 30 do 2o tempo, um lance com VAR que poderia ser interpretado de duas formas é definido a favor do Sport (não dá pra afirmar se o que vale é o calcanhar do zagueiro do Sport dando condição a Rhaldney, do Náutico, que fez o gol, ou se o impedimento seria medido pela parte superior ou inferior do tronco dos jogadores, ambos em posição diagonal).

    Tá mais do que na hora de algum jornalista, ou mesmo torcedor do Sport, fazer um levantamento de lances duvidosos em decisões (finais, semifinais ou quartas de finais, de Pernambucano ou Nordestão) em que o árbitro tenha optado por decidir lance duvidoso a favor do Náutico quando a disputa ainda estava indefinida. Vale lance de pênalti, expulsão de jogador de impedimento em lance duvidoso em jogo decisivo. Por uma questão de justiça mesmo. Só não vale lance aos 48 do segundo tempo com título já encaminhado. Isso serve de escárnio, não como “regra de compensação”. Achem pelo menos três lances, se puderem.

    No último domingo, a repetição do pênalti a mando da tecnologia (VAR) foi um golpe pra aquele tipo de torcedor que se acostumou a dizer sempre que “o choro é livre” pro rival no dia seguinte à eliminação com ajuda do “apito amigo”.

    No mais, parabéns a quem nunca se entregou à tese de que o Náutico “amarela” nas decisões. Deve haver mais fenômenos em decisões de campeonato do que meras coincidências.

    E parabéns ao Náutico, pelo título de 2021. Suado. Difícil. E acima de tudo, merecido.

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