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Dado Cavalcanti, técnico do Bahia Dado Cavalcanti, técnico do Bahia

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Após empate insosso, Dado admite atuação ruim e diz que faltou agressividade ao Bahia

Foto: Felipe Oliveira/EC Bahia

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Poderia ter sido melhor. Foi com esse sentimento que o técnico Dado Cavalcanti avaliou o empate sem gols do Bahia diante do Corinthians, neste domingo, pela quinta rodada da Série A. Na visão do treinador, faltou agressividade para o Tricolor de Aço pisar com mais veemência na área do Timão – que chegou por mais vezes na área do rival, sobretudo no segundo tempo.

“Erros fazem parte do jogo, tivemos dificuldade de infiltração. A única lamentação que tenho é da lentidão da construção ofensiva nossa. A nossa equipe sempre foi muito efetiva à frente. Faltou agressividade nesse momento. O adversário desceu rapidamente, a gente não conseguia surpreender”, disse o comandante.

Na próxima rodada do Brasileiro, o Bahia volta a campo diante do Athletico, na quinta-feira, às 21h30, novamente em Pituaçu. Após o empate em 0 a 0, o Esquadrão figurou na sexta colocação na tabela.

Veja outros pontos da coletiva de Dado

Desgaste físico

“É fato, a gente sabe que a equipe tem sofrido um pouco mais que outros adversários. Equipe vem de uma pegada grande de jogos, viagens, decisões. É natural para mim a perda de rendimento individual e consequentemente coletiva. Entendo como natural. É um processo que a gente precisa saber passar por cima. O calendário está aí bem exposto. Já tinha previsto essa dificuldade. Quem tiver curiosidade de buscar minhas entrevistas do início do mês, eu já tinha previsto que o mês de junho seria perigoso por conta da quantidade de jogos sucessivos”.

Dificuldade para criar

“Dá para diferenciar, não dá para colocar tudo no mesmo pacote. Se faz uma adaptação diferente aos adversários. Sobre hoje, enfrentamos um adversário que sabe se defender ao extremo. Essa dificuldade fez com que a gente deixasse de ter mais infiltrações. Mesmo assim criamos algumas oportunidades, desperdiçamos, o que impossibilitou a gente de sair com o placar ao nosso favor”.

Ouça a partir do minuto 175′:

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