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Sport: Louzer destaca estratégia e diz que faltou capricho contra o Santos

Confira os principais trechos da entrevista coletiva do treinador

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Depois do empate em 0 a 0 diante do Santos, na noite da última quarta-feira, o técnico Umberto Louzer destacou a parte tática do Sport, que foi bem organizado para segurar o ímpeto do Santos na Vila Belmiro. O comandante avaliou também que faltou um maior refinamento no terço final para o Rubro-negro sair vencedor no duelo válido pela oitava rodada da Série A.

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“Sabia que teríamos dificuldades pela maneira que joga o Santos. Um time que impõe um ritmo intenso, pressiona bastante e não foi assim contra o Sport. Criamos essa estratégia para neutralizar esses pontos fortes, movimentação. Nos alegra bastante pela maneira que fomos determinados na questão tática. Cumprimos muito bem o nosso esquema de jogo”, avaliou.

“Tivemos possibilidades de definição, algumas oportunidades que faltou um capricho no último passe, penúltimo passe, para criar um pouco mais de finalizações. Mas entendemos o sacrifício dos atletas na parte tática e o percurso que tem que fazer para uma transição. Nos agrada o que eles fizeram, tivemos algumas possibilidades de sair com a vitória em cima das movimentações, mas de modo geral nos faltou um pouquinho esse penúltimo passe para deixar os companheiros numa melhor condição de finalizar”, acrescentou Louzer.

Com o resultado, o Rubro-negro segue em 15º, agora com seis pontos (um acima da zona rebaixamento). Na sequência da competição, o Sport recebe o Palmeiras, neste domingo.

Outros trechos da coletiva

Avaliação da partida.

“Agradou. A nossa estratégia, a gente sabia que teríamos que defender bastante, até pela maneira que joga o Santos, um time muito agressivo, está encaixando cada vez mais. Vinha de um resultado de 2×0 contra o Atlético-MG, então vinha com confiança. Nossa estratégia foi justamente quebrar esse ímpeto do adversário, neutralizar as movimentações dele. Um time que joga muito pelos corredores, com um jogo de aproximação, mas sem perder a profundidade com os jogadores atacando essa linha. Isso acabou exigindo da gente uma questão tática muito fundamentada e não precisou a gente balançar bastante. A gente fica feliz pelo desempenho e dedicação dos atletas dentro de campo, nessa fase de jogo. Claro que tivemos uma ou outra possibilidade. Sabíamos que teríamos poucas chances para vencer a partida, conseguimos incomodar o adversário em alguns momentos, mas infelizmente não conseguimos fazer o gol que nos daríamos a vitória. A avaliação geral nos satisfaz bastante pela entrega e dedicação, provando que esse grupo está imbuído de sair dessa situação adversa. Eu tenho certeza que com essa unidade e entrega, nós vamos conquistar coisas boas dentro da competição”.

Mudança de postura/ virada de chave contra o Santos em relação ao jogo do Cuiabá.

“O nível de concentração, a aplicação dos atletas. Se for pegar individualmente todos os atletas aqui do Sport, a história que eles têm, o que eles já contruíram no futebol… então a capacidade, qualidade. E ninguém esquece de jogar futebol da noite para o dia. O que nós conversamos na terça-feira foi justamente para que a gente pudesse canalizar nossas atenções ao que compete a nós, que é jogar, criar uma estratégia para vir aqui, fazer um jogo bem sustentado, encaixado para conseguir pontuar. Então conseguimos. É parabenizar, mérito dos atletas que cumpriram aquilo que conversamos. Ficamos felizes pela entrega, dedicação e mais uma vez parabenizar o grupo de atletas que se entregaram do início ao fim, acreditaram que era possível vir aqui enfrentar o Santos. Até tivemos possibilidades em algumas escapadas, mas é parabenizá-los, recuperá-los para que possamos para o próximo desafio que é o Palmeiras para que possamos continuar evoluindo, fazer um bom jogo e conquistar o nosso objetivo que é vencer”.

Por que não tirou Thiago Neves, aparentemente cansado?

“Thiago dispensa comentários, o poder de decisão que ele tem. E naquele momento a equipe estava encaixada, conseguimos fazer a transição defesa e ataque. E também nossa defesa estava bem encaixada, então o atleta já estava ali no entendimento do jogo, mesmo com a questão física mais debilitada, ele estava conseguindo cumprir com a função tática, tanto defensiva quanto ofensiva. Sabemos a capacidade, tanto André como Thiago, têm de definição, então temos que estender essa questão porque são atletas que podem decidir em um único lance. Então é parabenizá-los pela entrega, dedicação. Os dois atletas foram importantíssimos nessa primeira pressão do adversário para tirar esse conforto de iniciação do Santos. Sabemos que o time de Diniz constroi de trás e eles dois foram peças fundamentais nessa primeira abordagem, assim como Neilton e Everaldo pelos corredores”.

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