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Hélio dos Anjos, técnico do Náutico Hélio dos Anjos, técnico do Náutico

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Náutico: Apesar do gol no fim, Hélio valoriza empate contra Vasco

Foto: Tiago Caldas/Náutico

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O Náutico fez uma partida muito boa com o Vasco, até merecendo a vitória. Porém, em um vacilo no fim, acabou cedendo o empate aos donos da casa. Um resultado que deixa um gosto amargo pelo que se desenhava na partida. Mas, diante das circunstâncias, o ponto é valorizado, sim, pelo Alvirrubro. É o que falou o técnico Hélio dos Anjos, que destacou o nível de atuação da sua equipe diante de um dos times de maior investimento na Série B.

“Nós fizemos um jogo igual nos dois tempos. Não fomos reativos, no segundo tempo adaptamos as circunstâncias do jogo. Continuamos marcando na frente. Fizemos um jogo contra o Vasco dentro de São Januário e poderíamos sair com o resultado positivo tranquilamente. Dá para ver que mantivemos o ataque do Vasco longe do nosso gol, tivemos 12 escanteios e o adversário só teve um. Fomos um time que soube jogar, fazer aquilo que precisávamos. Circunstâncias do gol eu não vou discutir, não vou comentar porque a jogada teve três vezes com a gente e perdemos a segunda bola, mas acima de tudo estou muito convicto e feliz com a personalidade que a equipe teve”, afirmou o comandante do Náutico.

Outro fator que se repetiu é uma certa dificuldade do Náutico em matar o jogo quando pode. Acaba segurando a vantagem e, por vezes, sofre riscos e até cede o empate, como já aconteceu em três situações recentes. A final do Campeonato Pernambucano, contra o Sport, onde o Timbu sofreu o gol aos 42 do segundo tempo. Na Série B, o empate com CRB, fora de casa, aos 46 da etapa final, além deste duelo diante do Vasco. Mas Hélio, apesar de lamentar, vê essa questão como algo circunstancial, não como um problema do Náutico na temporada.

“A gente lamenta, porque se nós tivéssemos feito o gol aos 47 do segundo tempo, nós estaríamos aqui falando outras coisas. Agora pra mim foi circunstancial. Nós não tomamos o gol por uma questão técnica, tática. Nós tivemos condição de disputar a bola duas vezes na frente e não disputamos, tivemos chances duas vezes de colocar essa bola no fundo para o adversário ir buscar e cansar e a gente continuar postado e respirando, optamos por outras situações, são lances isolados. Eu não vi, a jogada do Vasco, altamente qualificada na construção do seu gol. Erramos, erramos, mas acima de tudo a personalidade que a equipe tem, a postura que a equipe tem, me enche de orgulho”, concluiu o treinador do Náutico.

Ouça a partir do minuto 14′:

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