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Dado admite instabilidade, vê vários erros no Bahia e vai pensar ‘fora da caixa’

Treinador concedeu entrevista coletiva após derrota para o Sport; veja principais trechos

Foto: Felipe Oliveira/ EC Bahia

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O momento do Bahia na temporada é delicado. Atualmente, são cinco derrotas consecutivas – e sem marcar gols no recorte -, com a mais recente delas tendo ocorrido na noite deste domingo, para o Sport, em Pituaçu, pela Série A. Depois do novo revés, o técnico Dado Cavalcanti reconheceu a instabilidade e afirmou que o Esquadrão tem ‘’vários erros’’. Sendo assim, projeta soluções ‘’fora da caixa’’.

Vídeo: assista ao gol da vitória do Sport diante do Bahia, em Pituaçu
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“É um momento difícil, de instabilidade. A gente sabe e respeita. Mas é um momento de focar no próximo desafio, próximo jogo. A próxima partida é oportunidade de fazer algo diferente. Teremos jogo de decisão, de Copa. Teremos, quem sabe, a possibilidade de contar com dois jogadores um pouco diferentes do que o elenco nos traz. É focar nas soluções e não nos problemas”, disse. 

Durante a entrevista coletiva, o treinador refutou que seja preciso uma mudança na formação – até porque o Esquadrão passou por isso recentemente, segundo avaliou.

“Não acho que seja sistema porque mudamos nesse processo. Houve modificações. Não é uma coisa só. Um gol, em qualquer uma das bolas que nós criamos, estaríamos conversando diferente. Não vou somatizar. Respeito muito esse momento delicado. Vou procurar soluções dentro do nosso grupo, pensar fora da caixa, buscar coisas novas para que os resultados sejam novos também”, afirmou Dado. 

Com o novo revés, o Bahia fica em décimo lugar no Brasileirão, com 17 pontos. Na sequência da temporada, vira a chave para a Copa do Brasil, onde enfrenta nesta quarta-feira o Atlético, pelo jogo de volta das oitavas de final – precisa reverter o 2 a 0 que sofreu na ida.

Confira outros trechos da entrevista coletiva 

Intensificar mudanças no ataque contra o Sport

“É uma mudança total de caracterização. Não é apenas troca de jogador por outro. Finalizei o jogo sem volantes, visto que era importante vencer. Uma mudança como essa traz desequilíbrio. Tomamos um gol sabendo e pesando o desequilíbrio das trocas. Tínhamos quatro atacantes, um meia. E, ao soltar a equipe demais, abre-se a possibilidade de acontecerem os contra-ataques”.

Qual o motivo da fase do Bahia? 

“Apontar um erro um só é transferência de responsabilidade. Temos vários erros, vários problemas. Temos que focar nas soluções. Pensar no próximo jogo e buscar soluções para sair desse momento desconfortável que vivemos”.

Há declínio técnico? 

“Não podemos dizer que é um declínio técnico. Mas é necessário entender que passamos por um momento de dificuldade. Temos que ter respeito por isso, pela insatisfação de todos torcedores, todos os que fazem o Bahia, e buscar soluções para os nossos problemas. Talvez pensar fora da caixa e buscar outras alternativas para que a gente volte a vencer mais rapidamente”.

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