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Givanildo Oliveira é o novo diretor técnico do Santa Cruz Givanildo Oliveira é o novo diretor técnico do Santa Cruz

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Apesar da frustração com fase do Santa, Givanildo acredita no ‘fio de esperança’

Foto: Rafael Melo/Santa Cruz

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Estreando na função como diretor técnico, Givanildo Oliveira está frustrado com o momento do Santa Cruz, que pode ser rebaixado para a Série D neste final de semana. Mas apesar da situação complicada, em que o Tricolor precisa vencer as duas últimas partidas e torcer pelas derrotas do Floresta e tropeços do Jacuipense, o ex-treinador tenta manter a confiança de que o clube escape da queda. 

“(O sentimento é de) Frustração. É a primeira vez na função e foi no Santa Cruz também que comecei a jogar. Então, lamento de coração tudo isso e espero que o clube consiga sair dessa situação”, resumiu Givanildo Oliveira, que reconheceu as dificuldades, embora tente se apegar às pequenas chances.

“Já estive em outras situações complicadas e conseguimos reverter. Espero que aconteça. É muito difícil, mas temos de esperar a rodada antes e tem um jogo importante, que o resultado aconteça e a gente ganhe para ver na última rodada. Existe um fio de esperança bem fininho. Mas enquanto existir esse fiozinho, vamos acreditar e pensar que vai dar. Temos de ganhar o jogo que é a nossa obrigação”, completou. 

O diretor técnico revelou que teve uma conversa com o elenco em tom de cobrança para que os jogadores busquem o resultado positivo nas duas últimas rodadas, independentemente dos outros jogos. “Pedi para me reunir depois do treino porque é uma obrigação minha. Não gosto de conversa longa, mas deu para entender e sempre pergunto se me entenderam. Fui direto para mostrar a eles a situação. Tem uns que dormem e minha função é ficar cutucando para ficarem ligados, entenderam que podem até não sair dessa situação, mas que ganhem os dois últimos jogos”, ressaltou. 

Givanildo Oliveira tem contrato com o Santa Cruz até agosto de 2022, mas evitou falar no futuro. O foco dele e do clube está nos últimos dois jogos da Série C do Campeonato Brasileiro. Nem mesmo na fase eliminatória da Copa do Nordeste, em outubro, ele quer pensar no momento.

“Tenho contrato até agosto do ano que vem e pretendo cumprir. Não sei quanto tempo vou ficar, o Santa é que sabe quanto tempo vai me querer. Temos dois jogos pela frente e vamos cumprir. Depois vamos pensar na competição nova (Copa do Nordeste), que é muito importante pelo lado financeiro. Voltar à Copa do Nordeste é de uma importância grande”, resumiu.

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