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Náutico excede em passividade, perde de virada para o Botafogo e segue à deriva na Série B

Foto: Vítor Silva/ BFR

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Uma nau à deriva. Hoje, essa é a realidade do Náutico na Série B. Em queda crescente e contínua na temporada, o Timbu perdeu por 3 a 1 para o Botafogo, na tarde deste sábado, pela 24ª rodada do Brasileiro, no Nilton Santos. Virada que traduziu a postura alvirrubra no duelo: após início promissor, abrindo o placar com Jean Carlos, aos oito minutos do primeiro tempo, o time sucumbiu ainda na primeira etapa e sofreu a merecida virada no segundo tempo por excesso de passividade.

Com o novo revés, que se soma às últimas 11 partidas sem vitória, o Náutico cai para a oitava posição – sua pior colocação na Série B desde o início meteórico da competição, quando ocupou a liderança -, estacionado nos 35 pontos. Na próxima rodada, a equipe volta aos Aflitos para receber o Londrina, na terça-feira, às 21h30.

Náutico começa bem, abre o placar com Jean Carlos, mas ‘apaga’ e sofre o empate

Os minutos iniciais de jogo foram de domínio do Náutico, que articulado com Vinícius e Jean Carlos, conseguiu dar velocidade e construir jogadas de perigo ao gol do Botafogo. Na primeira delas, o Timbu abriu o placar, fruto da ‘tabelinha’ da dupla. Aos oito minutos, o atacante recebeu do lado esquerdo e tocou enfiado para o meia finalizar no canto do goleiro Diego, que só olhou a bola entrar. A partir daí, porém, apesar de estar com a vantagem no placar, o Náutico cedeu campo demais ao Botafogo, que pouco a pouco ia pisando na área defensiva alvirrubra. Marco Antônio e Rafael Navarro, ambos duas vezes, finalizaram com muito perigo na meta de Alex Alves, mas perderam chances claras. Luís Oyama, porém, não perdoou. Aos 40 minutos, o volante, que entrou no lugar de Pedro Castro, lesionado, arriscou de fora da área, a bola bateu na defesa do Náutico, e morreu nas redes alvirrubras.

Passividade que custou caro e a derrota

Com um futebol excessivamente passivo e desatento no segundo tempo, o gol de virada do Botafogo se desenhava cada vez mais como uma questão de tempo. E ele, naturalmente, veio. Em erro crasso de Vinícius na saída de bola, Chay aproveitou e chutou cruzado, mas Alex Alves espalmou. Navarro, na sobra, virou para a equipe carioca. Vantagem que poderia, inclusive, ter sido maior, se Alex Alves não tivesse defendido quase que à queima roupa a bela cabeçada de Gilvan, aos 16 minutos. Tentando mexer no esquema da equipe, Chamusca promoveu as estreias dos recém-contratados Júnior Tavares e Jacob Murillo, mas pouco ou quase nada agregaram efetivamente a equipe, sem conseguir agredir o gol de Diego Loureiro – nem com uma finalização sequer, diga-se.

Botafogo 2

Diego Loureiro, Daniel Borges, Kanu, Gilvan (Luiz Henrique) e Carlinhos; Barreto, Pedro Castro (Luís Oyama), Warley (Diego Gonçalves), Chay (Mezenga) e Marco Antônio (Kayque); Rafael Navarro. Técnico: Enderson Moreira.

Náutico 1

Alex Alves, Hereda, Rafael Ribeiro, Camutanga e Bryan (Jacob Murillo); Djavan (Júnior Tavares), Trindade (Guilherme Nunes) e Jean Carlos; Luiz Henrique (Giovanny), Iago Dias e Vinícius. Técnico: Chamusca.

Local: Nílton Santos
Árbitro: Flávio Rodrigues de Souza
Assistentes: Danilo Ricardo e Gustavo Rodrigues
Gols: Jean Carlos, do Náutico, aos 8′ do 1T; Luís Oayama, do Botafogo, aos 40′ do 1T; Rafael Navarro, aos 6′ do 2T;
Cartões amarelos: Camutanga (N), Bryan (N), Djavan (N),

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