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Wagner Lopes, técnico do Vitória Wagner Lopes, técnico do Vitória

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Após listão de dispensas no Vitória, Wagner Lopes explica motivos e escolhas para saídas

Pietro Carpi/EC Vitória

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Depois do anúncio da saída de várias peças do elenco do Vitória, o treinador rubro-negro, Wagner Lopes, comentou a reformulação no elenco leonino. Vendo um grupo inchado, o comandante afirmou que a saída dessas peças era importante para que o clube pudesse garantir condições de treinamento e trabalho para todos, mantendo o foco na disputa da fase final da Série B.

“Nós temos um elenco muito grande. E o ideal é ter entre, goleiros e jogadores de linha, 30, 32 atletas. O ideal mesmo seria ter 25 jogadores de linha mais os goleiros. Estamos trabalhando na lista desde a nossa chegada, não foi uma coisa repentina”, afirmou, antes de explicar.

“Com 57 jogadores, entre sub-23 e profissional, fica impossível dar atenção para todos. Até na programação, fica difícil colocar todo mundo para participar de forma igual. Não só na parte técnica, como tática, de conhecer e interagir melhor com o atleta”.

Assim, o Vitória acetou as saídas de Ronan, Matheusinho, Vico, Guilherme Santos, Gabriel Bispo, Gabriel Inocêncio, Samuel Granada e Sérgio Mota, reduzindo o elenco total de 57 para 49 jogadores entre os time profissional e o time de transição. A escolha, segundo Wagner, foi de acordo com “os jogadores que melhor entenderam o que pedíamos”.

“É óbvio que Ronan, Samuel Granada são bons jogadores. Se não fossem, não estariam aqui. Sérgio Mota também. Mas com as outras opções que tinha, preferi essas, porque me deram respostas mais positivas, sem querer expor ninguém. Então a gente torce para que Ronan, Granada, Sérgio possam se recondicionar o mais rápido possível. São boas pessoas, sérias, em busca de oportunidade”.

Partindo daí, Wagner também reafirmou o respeito pelos atletas. “Maior respeito ao ser humano, mas sou pago para tomar decisões. E dei prioridade para as outras pessoas que estavam entendendo melhor o que eu estava pedindo (…) A decisão foi tomada com muitos dias de supervisão, respeitando o ser humano. As minhas decisões são difíceis, eu envolvo muita gente, família. É muito complicado, mas a gente procura ser o mais responsável por possível”.

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