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Mais distante do G4: CSA faz segundo tempo ruim, leva virada e perde para o Operário

Revés foi segundo seguido do Azulão, que teve noite ruim da defesa

Foto: Augusto Oliveira/ CSA

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Em uma noite para esquecer da defesa, o CSA foi derrotado por 4 a 2 para o Operário, no Rei Pelé. Na noite deste sábado, o Azulão saiu perdendo, mas foi superior no primeiro tempo e conseguiu a virada. Porém, voltou muito mal para a etapa complementar e levou três gols em sequência, no duelo válido pela 31ª rodada da Série B.

Balançaram as redes para a equipe alagoana Dellatorre e Renato Cajá, enquanto Felipe Garcia, Paulo Sérgio e Rodrigo Pimpão, duas vezes, fizeram para o Fantasma.

E agora?

Com o resultado, o time alagoano sofreu o segundo revés seguido e viu a distância para o G4 aumentar: segue em oitavo lugar, com 45 pontos, mas agora sete abaixo do Goiás, que abre o grupo qualificatório à elite. Na sequência, o CSA visita o Vasco, na próxima sexta-feira.

O jogo

O Azulão não começou bem a partida. Tanto é que foi vazado logo aos seis minutos, quando a defesa cochilou e Felipe Garcia subiu sozinho para abrir o placar de cabeça, após escanteio.

Bastou, porém, o CSA entrar no jogo para se impor. Com uma boa atuação de Iury Castilho pela esquerda, passou a rondar a área paranaense e levar perigo. Foi assim, inclusive, que empatou, após jogada individual do atacante, que cruzou na medida para Dellatorre finalizar de primeira e deixar tudo igual, aos 20.

O empate animou ainda mais o time alagoano, que seguiu superior, ocupando o campo ofensivo. E virou ainda no primeiro tempo. Em boa trama coletiva, Gabriel avançou pela direita, acionou Dellatorre, que fez o pivô para Cristovam na direita da grande área. O lateral, em boas condições, chutou cruzado e Renato Cajá só empurrou para virar e colocar o Azulão na frente, aos 39.

Defensivamente, por sua vez, o CSA pouco sofreu e o único susto – fora o gol – ocorreu já no fim do primeiro tempo, quando diminuiu o ritmo após a virada e deu liberdade para Djalma Silva tentar de longe, mas a bola foi por cima.

Segundo tempo

A etapa complementar começou do mesmo jeito que foi o primeiro tempo: com um vacilo da defesa alagoana. Aos quatro minutos, Cristovam tentou desarmar e deu um pisão em Thomaz dentro da área. Pênalti. Na cobrança, Paulo Sérgio deslocou Frigeri para deixar tudo igual.

Precisando novamente correr atrás do placar, o CSA, diferentemente do que ocorreu na etapa inicial, demonstrou dificuldades. Apresentou-se com lentidão. Na tentativa de destravar o time, Mozart sacou Renato Cajá e colocou Didira, centralizando Gabriel.

A mudança trouxe uma leve melhora e o Azulão finalizou com perigo com o próprio Gabriel e Iury Castilho. Mas, em vez de desempatar, o CSA sofreu o terceiro gol. Em novo descuido da zaga, Rodrigo Pimpão aproveitou cruzamento no segundo pau para fazer 3 a 2 para os visitantes.

Na reta final, a equipe alagoana se mandou com tudo em busca do gol, mais na vontade do que na organização, mas não conseguiu marcar. E acabou sofrendo mais um: aos 43, Pimpão recebeu novo cruzamento, livre, e só empurrou para o fundo das redes, ampliando e dando números finais ao jogo. Dura derrota por 4 a 2 do Azulão, em um jogo que a defesa deixou muito a desejar. E o acesso ficou mais difícil.

Ficha

CSA

Lucas Frigeri; Cristovam (Everton Silva), Matheus Felipe, Lucão, Ernanes; Geovane, Yuri (Bruno Mota), Gabriel, Renato Cajá (Didira); Dellatorre e Iury Castilho. Técnico: Mozart

Operário

Thiago Braga; Alex Silva (Lucas Mendes), Renie, Odivan, Djalma Silva; Leandro Vilela, Pedro Ken (Rafael Longuine), Marcelo; Thomaz, Paulo Sergio e Felipe Garcia. Técnico: Ricardo Catalá

Local: Rei Pelé, Maceió
Gols: Felipe Garcia, Paulo Sérgio e Rodrigo Pimpão, duas vezes (OPE); Dellatorre, Renato Cajá (CSA)
Cartões amarelos: Alex Silva, Thiago Braga, Rodrigo Pimpão (OPE); Cristovam (CSA)

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