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Mozart lamenta revés do CSA e mira reta final da Série B: ‘Temos que brigar por algo’

Treinador avaliou o momento do Azulão após derrota para o Operário

Foto: Augusto Oliveira/ CSA

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O CSA foi para o intervalo vencendo o Operário por 2 a 1, no Rei Pelé. Mas acabou sofrendo três gols na etapa complementar e acabou derrotado por 4 a 2, na noite do último sábado. Ao avaliar o confronto, o técnico Mozart lamentou os 45 minutos finais do Azulão, no qual definiu o time como ‘irreconhecível’.

Foram dois tempos completamente distintos. No primeiro, tomamos um gol, novamente no início, e tivemos força pra reverter, controlamos e dominamos. Criamos chances, poderíamos ter sido até um placar elástico”, disse.

“E, no segundo tempo, infelizmente, fomos irreconhecíveis. Tomamos um gol de um pênalti bizarro (feito por Cristovam) que cometemos e, a partir dali, o jogo saiu do nosso controle”, acrescentou o comandante.

O treinador alagoano também analisou as substituições feitas no segundo tempo, como a entrada de Didira no lugar de Renato Cajá, além de Bruno Mota na vaga de Yuri, para tentar mais agressividade em busca do resultado.

“Assumo a responsabilidade pelas trocas que, infelizmente, não surtiram efeito. Não é pela questão de jogadores, mas pela questão do sistema que entendi. A ideia era tentar fazer o Gabriel pegar o jogo mais de frente, chegarmos com mais jogadores pelo lado e tentar o Iury ficar lado a lado com o Dellatorre pra aproveitarmos, dar uma presença maior de área. Infelizmente, não deu certo”, avaliou.

Agora, de olho na reta final da Segundona, onde faltam sete partidas, o treinador quer o Azulão atento e disputando com pretensão o campeonato. Com duas derrotas seguidas, o CSA estacionou no oitavo lugar, com 45 pontos, sete abaixo do Goiás, que abre o G4. Nesta sexta, o time alagoano visita o Vasco.

“Temos que entender o que está acontecendo, chegamos a 45 pontos e não podemos nos acomodar com essa pontuação. Eu entendo a insatisfação do torcedor, nós chegamos aos 45 pontos, mas estamos longe de nos acomodar. temos que fazer esses últimos sete jogos brigando por alguma coisa, não podemos fazer o segundo tempo que fizemos. E aí a responsabilidade é minha”, concluiu.

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