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Guto explica como planeja rodar o time e valoriza Estadual para o Bahia: ‘Moraliza’

Treinador projetou competições, time e modelo de jogo; veja mais

Foto: Divulgação/ ECB

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Após o rebaixamento para a Série B, o Bahia passa por readequação financeira e decidiu encerrar com a equipe de transição (sub-23), que disputava o Estadual. Desta forma, terá em 2022 basicamente o mesmo elenco para o Campeonato Baiano e a Copa do Nordeste, torneios que ocorrem paralelamente – em alguns momentos, de forma até simultânea.

Nesta semana, o técnico Guto Ferreira concedeu a primeira entrevista coletiva do ano e foi questionado acerca de como utilizar e rodar o time. De acordo com ele, os primeiros jogos do Estadual serão comandado pelo auxiliar Breno Lopes, que já vem trabalhando com atletas que se apresentaram para a pré-temporada ainda no ano passado, dentre eles alguns remanescentes do sub-23.

Enquanto isso, Guto aprimora e prepara o time considerado principal, para a partir de fevereiro comandar o Esquadrão nas duas frentes. Daí em diante deve haver uma rodagem a depender de qual partida for mais importante naquele momento.

“A gente pretende, nesse momento, estar trabalhando com o Bruno, (que) está fazendo os primeiros jogos para que a gente tenha tempo de estar acelerando os processos com a equipe principal. Então, ele tem um grupo que ficou aqui treinando, não vão ser todos que vão começar a competição. Vai ser uma equipe mista, porque têm muitos atletas que começaram dia 27, para que tivessem pelo menos alguns dias de folga. A partir de fevereiro a gente assume. Esperamos ir conseguindo os resultados para que a gente possa fazer esse processo de transição jogo após jogo”, iniciou.

“Nos jogos de maiores dificuldades, a tendência é entrar com a equipe principal. Aí fazemos um giro com os jogadores tanto no Campeonato Baiano quanto na Copa do Nordeste. Campeonato Baiano, pode contar com uma equipe mista, pode contar com a equipe principal com alguns jogadores que não vêm sendo utilizado de forma direta no time da Copa do Nordeste. Não tem a equipe principal e a equipe menos principal. É uma equipe só. Para cada jogo uma história. É rodar e buscar os resultados”, acrescentou Guto.

O treinador, inclusive, destacou o impacto positivo que o Estadual pode trazer para a sequência da temporada, apesar de no início o Esquadrão utilizar um time considerado alternativo.

“Enxergo da melhor maneira possível. Uma competição para moralizar a equipe, buscar resultados, nos fortalecermos, formar a equipe nossa. Então, há experiências quanto a modelo de jogo. Quanto a desempenho, é a busca do desempenho”, concluiu.

A estreia do Bahia na temporada ocorre neste sábado, diante do Bahia de Feira, em Feira de Santana, pelo Estadual.

Outros trechos da entrevista coletiva

Time titular

“Temos que partir de algum início. Isso nós temos. Mas precisamos que isso se efetive em campo. À medida que não acontece, vamos buscando mudanças até ter o equilíbrio. Se conseguir de imediato, é fantástico. Quando não consegue, atrasa o processo. Espero que possamos ser certeiros no início, para que possamos dar mais ferramentas ao time”.

Estilo propositivo ou reativo?

“No meu comando, não sei se dá para dizer que foi assim (reativo). O Bahia propôs jogo contra Palmeiras, São Paulo, Atlético-MG… Muitos jogos nós propomos. O Atlético-MG foi reativo contra nós. Temos que estar muito atento. Os resultados estão sendo conquistados mais pelas equipes que estão sabendo o momento certo de agir do que as equipes propositivas. Há quanto tempo as equipes do Guardiola não conquistam a Champions? As equipes que conquistam a Champions são equipes com propostas diferenciadas. Tem proposição de jogo e bom contra-ataque. Acho que mais do isso, temos que ter a equipe equilibrada, que tenha condição de propor, mas quando puder ser reativa, que seja efetiva”.

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