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Chamusca reconhece primeiro tempo ruim e foca na construção ofensiva

Náutico, PE, Série B, Últimas

Por Clauber Santana

Por Clauber Santana

Postado dia 28 de agosto de 2021

O técnico Marcelo Chamusca reconheceu o desempenho ruim do Náutico no empate contra o Vitória, neste domingo (29), nos Aflitos, por 1×1. Para o treinador, o principal problema da equipe foi no primeiro tempo e o foco nas correções do time será nas condições ofensivas. 

“Nosso primeiro tempo foi muito abaixo do que fizemos contra o CSA. Talvez a postura do adversário tenha sido um fator agravante. O Vitória veio em bloco baixo e erramos muitos passes, tivemos dificuldades nas construções das jogadas e aceleramos pouco o jogo. Proporcionamos ao adversário a possibilidade de desarme e de criar o contra-ataque. Cobrei isso no intervalo e conseguimos equilibrar mais. Fomos mais eficientes, evoluímos e criamos boas possibilidades até depois do gol que fizemos. Mas quando tomamos um gol em um erro de saída de bola, sentimos. Abalou o aspecto emocional”, analisou o comandante alvirrubro, que destacou as dificuldades no setor ofensivo do Timbu. 

“Temos de nos debruçar sobre o aspecto da construção de jogo. Analisar melhor o primeiro tempo que fizemos para que o Náutico não repita uma performance tão baixa. No segundo tempo jogamos melhor, mas no primeiro estivemos abaixo do que no último jogo”, completou.


Sem Djavan, suspenso, Marcelo Chamusca acionou Marciel no meio-campo junto com Rhaldney. Já no intervalo, o treinador optou por Luiz Henrique e Iago Dias nas vagas do próprio Marciel e Tailson. Mudanças que o técnico acredita que surtiram efeito. 

“A escalação do Marciel foi pensando em qualificar um pouco mais o nosso jogo por dentro. É um volante de bom passe, de bola longa e mais técnico. Levei em consideração também a minutagem do atleta na posição. É o jogador que tem mais minutos em campo, mais ritmo e estava encaixado, entrosado. Precisávamos sair também por ser um jogo em casa. Mas Marciel sentiu dificuldades e não conseguiu produzir o que esperávamos. O time todo no primeiro tempo foi muito abaixo, principalmente em termos de aceleração. Já as substituições, coloquei Luiz Henrique depois de treinos bons que ele fez, para aumentar a intensidade na saída e ter um pouco mais de velocidade pelo lado direito com Iago Dias. Mudaram o cenário e com cinco minutos neutralizamos bem o adversário. Depois, o Paiva baixou um pouco no aspecto físico e colocamos o Iago na função com Matheus para atacar o corredor esquerdo. No final, Thassio entrou porque Hereda baixou o ritmo e queríamos dar força pelo lado”, pontuou.

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