Com o iminente rebaixamento do Náutico para a Série C, que pode ser confirmado já nesta sexta-feira, o presidente do Alvirrubro, Diógenes Braga, já começou a fazer alguns cálculos visando a temporada 2023. Um deles, claro, diz respeito a folha salarial do elenco do Timbu, que deve sofrer uma diminuição em virtude da provável queda de divisão.
Numa “conta grosseira”, como definiu Diógenes em entrevista coletiva, o Náutico deve ter uma folha salarial em 2023 girando em torno de R$ 400 mil. No entanto, segundo o próprio presidente, a receita pode aumentar caso algumas cotas entrem no clube em caso de classificação esportiva – vide a Copa do Brasil.
“Se a gente fizer uma conta grosseira, superficial, expurgar a cota da Série B e projetar para ano que vem, a gente teria a folha de atletas em torno de 400 mil reais. Contudo, existem outras situações: se o programa Todos com a Nota for firmado, ele pode modificar isso; a gente não ter três meses de estádio fechado e arrecadar mais com bilhetagem; se a gente avançar na Copa do Brasil, o que a gente não conseguiu este ano”, afirmou o presidente.
“O que eu posso dizer é: dentre a forma de como o clube foi gerido ao longo do ano, ela nos dá um cenário de a gente ir para o ano que vem sabendo que a gente vai estar forte. Dentro de uma divisão inferior, vindo de um rebaixamento, mas a gente vai estar forte”, projetou o mandatário alvirrubro.

O Náutico na Série B
Com 30 pontos, o Alvirrubro está na lanterna e praticamente rebaixado. A equipe volta a campo no domingo (23), contra o Grêmio, de 16h, mas pode cair matematicamente na sexta-feira, antes mesmo de entrar em campo.
O Náutico estará rebaixado se a Chapecoense, que está na 16ª colocação com 39 pontos, vencer ou empatar com o Tombense, em compromisso que acontece na Arena Condá.










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