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Novo diretor de futebol do CRB diz que está de olho no mercado sul-americano e quer montar “grupo homogêneo” para temporada

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Por Rayane Domingos

Por Rayane Domingos

Postado dia 19 de fevereiro de 2025

Ari Barros evitou comentar sobre possíveis erros da gestão anterior

O novo diretor de futebol do CRB, Ari Barros, foi apresentado nessa terça-feira (19) no CT Ninho do Galo. Ele falou sobre a busca no mercado e evitou comentar sobre um possível erro de planejamento do antigo gestor e disse que o principal objetivo no momento é ouvir as demandas para formar um time homogêneo.

“É preciso entender o processo, como está o elenco, as necessidades que o comandante precisa, dentro do modelo de jogo dele. Temos pouco tempo no mercado, com a janela fechando no dia 28. Teremos dias a mais para os times que chegam na final, mas a gente está atento ao que precisa e dentro do que o treinador pede para deixar um grupo homogêneo e desenvolver o melhor”, iniciou Ari.

“O que quero falar para o torcedor é que estamos atentos. O que for preciso para mudar, vamos mudar, ou permanecer, vamos permanecer. Entendo que o clube está passando por uma reformulação gigante e ele precisa de tempo para o motor engrenar de forma positiva. Temos jogos amanhã e sábado, e depois tem uma parada Espero que com essa pausa temos entendimento do que precisa ser feito, mas sabemos que aqui tem jogadores de grande valores”, disse o diretor.


Ari Barros - Diretor de Futebol - CRB

Foto: Francisco Cedrim/CRB

Ari disse que costuma estar presente no dia a dia do clube, ouvindo as demandas do elenco e do treinador, com objetivo de humanizar ainda mais os setores do CRB. Ele acredita que por ter jogado futebol, consegue ter um diálogo melhor com o grupo.

Sobre as intenções de contratação no mercado, Ari disse que é do tipo agressivo e gosta de resgatar jogadores que não vivem um bom momento. O diretor citou que está de olho no mercado sul-americano e garantiu que o CRB tem um bom banco de dados sobre os atletas.

“Eu sou agressivo no mercado e gosto de resgatar jogadores que por algum momento se perdeu no meio do caminho. Vou dar um exemplo, o Renato Cajá. Cheguei no Juventude e ninguém queria trabalhar com ele e resgatamos. Ele nos deu o acesso da Série C para a B, e da B para a A”, disse.

“Nós temos um banco de dados muito vasto. Às vezes, eu tenho enxergado que a nossa solução é buscar jogadores no futebol sul-americano, porque eles têm desejo de jogar no nosso país. São atletas que não custam um valor tão alto, porque o futebol brasileiro é caro e, às vezes, um jogador que está num nível de Série A e Série B, a gente não consegue mais barganhar um certo valor”, concluiu o diretor.

 

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