Esquadrão deve trazer de duas a três contratações para o segundo semestre
Um respiro. É o que a pausa de quase um mês, em razão da Copa do Mundo de Clubes, vai proporcionar para o Bahia, time da Série A que mais jogou na atual temporada. São 44 partidas disputadas, entre participações em cinco competições. Um cenário que obrigou o técnico Rogério Ceni, que comemorou o período sem jogos, a encontrar, sobretudo, soluções.
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“Bem-vinda (a pausa). Tivemos 18 semanas seguidas jogando quarta e domingo, ausências por lesões. O que pode mudar é a janela de contratações. Nós vamos analisar o mercado de acordo com o que a gente precisa e tem a condição de fazer”, disse o comandante tricolor, que já havia destacado que a ida do Esquadrão ao mercado será para ‘ajustes’.
“A folga vai ser muito importante, sim, também pela parte mental. São merecedores desse descanso. Daqui a duas semanas voltamos a trabalhar e a começar a se recondicionar para enfrentar essa segunda parte. A gente espera, no bom sentido, que também seja uma maratona”, acrescentou o treinador.
O Bahia até a pausa
O primeiro semestre do Bahia pode ser considerado positivo. Campeão do Baiano, o time tricolor, apesar dos altos e baixos, segue vivo na maioria das competições da temporada. No Brasileiro, segue próximo ao topo, agora na 5ª posição, com XX pontos. No Nordestão, avançou como líder do Grupo B e encara o Fortaleza em jogo único nas quartas.
Já na Copa do Brasil, garantido nas oitavas, vai pegar o Retrô em um duelo nordestino e inédito. A única disputa que não seguiu foi a Libertadores, na qual ficou na fase de grupos, no 3º lugar do Grupo F. A colocação, no entanto, rendeu ao Tricolor vaga nos playoffs da Sul-Americana. O adversário será o América de Cali-COL.
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