Esquadrão não conseguiu repetir bons números como visitante nesta Série A
O Bahia voltou a tropeçar fora de casa, desta vez em confronto direto contra o Fluminense, e ficou sem a vaga direta para a Copa Libertadores de 2026. Após o duelo no Maracanã, o técnico Rogério Ceni exaltou a luta do time baiano, mas reconheceu vacilos ao longo da caminhada.
“Era um jogo difícil, a equipe do Fluminense vem com confiança, com boas peças. Foi um jogo equilibrado e sem grandes chances, até o momento do primeiro gol, depois de uma infelicidade nossa. Mas foi um jogo diferente do da Copa do Brasil. Não vou colocar culpa em nenhum setor”, disse.
“Nós, como equipe, não alcançamos o objetivo que traçamos. Não foi por hoje que a gente não se classificou. Foram outras oportunidades. Um ou outro escorregão em casa e uma campanha bem abaixo, em todos os sentidos, fora. Poderíamos ter pontuado mais”, acrescentou.

Rogério Ceni em entrevista coletiva. Foto: Rafael Rodrigues / EC Bahia
Ainda sobre o ano do Bahia, Ceni destacou pontos positivos, como as conquistas do Baiano e da Copa do Nordeste, além da experiência na Libertadores. Apesar dos ganhos, o comandante tricolor, que tem contrato até o fim de 2027, pregou que é hora de pensar a próxima temporada.
“Precisamos contratar. Nós temos um time técnico, mas um pouco mais fraco que a grande maioria dos demais. Temos que melhorar a nossa campanha fora de casa ano que vem e melhorar o mental. Precisávamos ter sido mais fortes”, pontuou.
“Você vê o Inter, quinto colocado ano passado, o Fortaleza, em quarto no ano passado, o que aconteceu. Temos que pensar desde já o que fazer para tornar esse time mais competitivo. Um ano que começa em janeiro, com fevereiro fazendo Pré-Libertadores”, projetou.
O Bahia na Série A
Com a derrota no Maracanã, o Esquadrão encerrou o Brasileirão com 60 pontos e na sétima posição. A campanha tricolor foi a segunda melhor, em pontos, de um time nordestino na elite do futebol, atrás apenas do Fortaleza de 2024, que chegou aos 68 somados.









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