As críticas foram direcionadas a SAF do Fortaleza
Passando pelo momento de maior turbulência dos últimos anos, o Fortaleza viu os muros do Centro de Excelência Alcides Santos (Pici) amanhecerem pichados nesta quinta-feira (8). Os protestos foram contra a fase do clube, recém-rebaixado para a Série B do Brasileiro, e direcionados, sobretudo, para a Sociedade Anônima do Futebol (SAF).
Três frases foram escritas na fachada do centro de treinamento da equipe: “Democracia já”, “O Fortaleza não tem dono” e “$AF de Incompetentes”. O protesto aconteceu dois dias depois de Alex Santiago e Geraldo Luciano afirmarem que não irão retornar ao comando do clube por falta de consenso com os integrantes que fazem parte da atual gestão.

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“Infelizmente, não houve consenso por parte dos integrantes da atual gestão do clube acerca da viabilização das condições para o nosso retorno ao Fortaleza EC”, disse Alex Santiago em nota oficial publicada na sua própria conta no Instagram.
Nesta quarta-feira (7), durante a apresentação do novo CEO, Pedro Martins, o presidente da associação Fortaleza Esporte Clube, Rolim Machado, afirmou que “a verdade sai de dentro do clube” e não “através de pronunciamentos nas redes sociais”.
Além da questão esportiva – rebaixado para a segunda divisão do futebol brasileiro -, o escrete vermelho-azul-e-brano passa por momentos de dificuldades também na questão política e financeira. Um clube encara um cenário de desunião interna e aumento de dívidas, o que tem colocado em xeque a credibilidade da SAF firmada no final do ano de 2023.









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