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Jair Ventura celebra vaga do Vitória na final e critica atuação da arbitragem: “Muito confusa”

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Por Antonio Marzaro

Por Antonio Marzaro

Postado dia 1 de março de 2026

Treinador do Leão da Barra também projetou duelo contra o Bahia na decisão do Baianão

Na tarde deste domingo (1), o Vitória derrotou o Jacuipense nos pênaltis após empatar por 1 x 1 no tempo normal e se classificou para a final do Campeonato Baiano. Na coletiva de imprensa, o treinador Jair Ventura fez uma breve análise da partida, acompanhado de um elogio ao Leão do Sisal, que segundo o treinador, “foi o melhor time do campeonato depois dos líderes”.

“Melhor adversário depois dos dois primeiros, nos deram muito trabalho no início do campeonato. Jogam juntos há muito tempo. O jogo parecia tranquilo com o gol aos três minutos, só que tem a situação que não pode tirar de contexto que foi uma expulsão aos 15 minutos. Muda o cenário. Montamos um time para jogar, e fomos controlando o jogo com o placar de 1 x 0. A gente está na final, isso é o mais importante. Queríamos o primeiro lugar, mas abdicamos do campeonato em algum momento, sem desrespeitar.”

Questionado sobre a arbitragem, Jair não poupou críticas à atuação do trio e apontou diversas situações em que a decisão final foi alterada pelo árbitro.


“Ainda não vi o lance do Caíque. Pode ter sido interpretado como expulsão, mas quando a gente fala no decorrer do jogo. Algumas trocas (de decisões), eu tomei um cartão em uma troca clara. Faltas que poderiam ter sido com cartões deles não tiveram. Bandeira botou para um lado, quatro árbitro botou para cá, a bandeira de lá levantou e ele chamou o VAR. Foi esquisito.”

Jair Ventura, treinador do Vitória - Foto: Reprodução/TV Vitória

Jair Ventura, treinador do Vitória – Foto: Reprodução/TV Vitória

Clássico na final

O Leão da Barra vai encarar o Bahia na decisão do Baianão. A partida acontece na Arena Nova neste sábado (7) e terá apenas torcida do Esquadrão, mas Jair comentou a fala do presidente rubro-negro, Fábio Mota, sobre liberar a presença de torcedores do Leão no estádio rival.

“Eu acho que o Fábio falou de, de repente, a torcida ser dividida. Acho que é bonito para o espetáculo. Vamos respeitar a decisão, mas acho que seria legal ver essa nossa torcida comparecendo também, desde que tenha segurança para todos. Vai ser um grande jogo, como foram todos os Ba-Vi’s. A gente respeita muito nosso adversário, mas vamos para lá para poder ser campeão. Estamos a 90 minutos aí do nosso objetivo, que é o título.”

 

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Outras respostas

Pênaltis

“Teve até um jogador que falou assim, ‘A gente vai resolver no jogo, não precisa treinar pênaltis.’ Nós treinamos pênaltis a semana toda, todos os atletas. Com muita competência, fizemos todos os gols. Falam que pênalti é loteria, mas todos fora muito bem batidos. Feliz pelo Arcanjo, parece que ele era cobrado de um não ser um pegador de pênalti e conseguiu pegar dois hoje. Elogiar o Itamar, Paulo, que trabalharam com ele.”

Ausência de Caíque Gonçalves

“O Caíque é o nosso único camisa cinco de ofício hoje, de marcação. Com essa mudança, a gente vai ter que se inventar. A gente perdeu, não temos outro jogador com a mesma característica. Então vamos quebrar a cabeça para arrumar uma melhor estratégia para que a gente possa ser competitivo e possa fazer um grande jogo buscar o título.”

Marinho

“Feliz por ele, mas ainda não está no seu melhor ritmo. Ele é um ídolo, mas temos que ir com calma. Ele vai jogar mais ou menos dentro do que a gente entender. O Gabigol foi o meu jogador e não saiu do banco contra o Vasco. A gente não faz de pirraça. De repente, a gente entende que tem que ter um melhor momento para botar. O Osvaldo entrou para ser um cobrador de pênalti. São estratégias, mas eu estou sempre blindando meus atletas. Mas não só ele, o Aitor bateu um pênalti espetacular também. Todo mundo bateu muito bem.”

Volta de Edu

“Acho que diferente de Edu, Lucas Silva e Riccieli são jogadores que eu não conhecia e fico com um certo receio. Mas Edu já me ajudou no passado, já conheço. Sei o que ele pode entregar mesmo com um pouco de ritmo a menos. Ele sofre bastante com lesões. A ideia foi irmos com o que tínhamos de melhor no momento e eu entendi que o Edu era o melhor zagueiro, independente se ele fosse aguentar o jogo ou não. Foi bem, saiu com cãibra, mas deu para aguentar.”

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