Números mostram perda da força da Ilha como fator decisivo
O Sport vive um incômodo jejum dentro de casa por competições oficiais da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Desde a vitória por 1 a 0 sobre o Corinthians, no dia 21 de setembro de 2025, ainda pela Série A do Brasileiro, o Leão não conseguiu mais vencer diante do seu torcedor atuando na Ilha do Retiro.
Desde então, o cenário é complicado: derrotas pesadas, empates frustrantes e uma incapacidade recorrente de transformar o apoio da torcida em resultado dentro de campo. Somando os jogos da Série A de 2025 com as partidas da Série B e da Copa do Brasil de 2026, o Leão atingiu a marca alarmante de 22 jogos sem vencer como mandante.
O Sport precisa devolver ao torcedor a alegria de ir à Ilha do Retiro.
Ao deixar escapar a vitória contra o Avaí no último lance, o rubro-negro chegou à preocupante marca de apenas 1 vitória nos últimos 23 jogos em casa por competições nacionais.@FredFigueiroa e @Cassito_Z… pic.twitter.com/fCPUvVAcpb
— 45 Minutos (@Podcast45) April 13, 2026
Em 2026, mesmo com a mudança de divisão, o roteiro segue semelhante. Pela Série B, o Sport empatou com o Vila Nova (1 a 1) e, mais recentemente, deixou escapar a vitória contra o Avaí (2 a 2) no último lance, resultado que ampliou ainda mais o jejum.
Pela Copa do Brasil, acabou sendo eliminado pelo Athletic-MG nos pênaltis, após empate por 1 a 1 no tempo normal, antes disso, ainda pela competição nacional, uma passagem nos pênaltis, também em casa, diante do Anápolis, após empate no tempo tempo normal. O impacto vai além dos números.
A Ilha do Retiro, historicamente reconhecida como um dos estádios mais difíceis do país, deixou de ser um diferencial competitivo e passou a representar um obstáculo para o próprio Sport.
A sequência negativa aumenta a pressão sobre elenco, ao mesmo tempo em que afasta o torcedor, que já não encontra no estádio o mesmo ambiente de confiança de outras épocas.










0 comentários