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Auxiliar do Bahia vê partida difícil contra o Santos e aponta problemas nas finalizações do Esquadrão: “Precisamos ser mais letais”

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Por Antonio Marzaro

Por Antonio Marzaro

Postado dia 26 de abril de 2026

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Charles Hembert também explicou por quê Everton Ribeiro começou entre os reservas

O Bahia ficou no empate por 2 x 2 com o Santos na noite de sábado (25) na Arena Fonte Nova. A partida, válida pela 13ª rodada da Série A, decretou mais um jogo em que o Tricolor de Aço não consegue vencer em sua casa – já são três jogos consecutivos sem triunfos diante de seu torcedor.

Na coletiva após o apito final, o auxiliar do Esquadrão, Charles Hembert – que substituiu Rogério Ceni, suspenso pelo STJD – notou um certo padrão dentro das partidas do clube baiano, onde o time começa pressionando, mas não consegue converter as chances criadas. Segundo o francês, a equipe precisa ser “mais letal” quando tem a oportunidade.

“Contra o Palmeiras foi um jogo com intensidade, pegada boa. Volto a falar desse ponto, a gente começa os jogos criando oportunidades de gol. Empurrar para dentro do gol, dificuldade para finalizar em gols essas jogadas. Você não mata na hora que está forte no jogo, depois é mais difícil gerenciar os outros momentos do jogo. Sofremos gols assim, mas conseguimos empatar. Precisamos ser mais letais.”

Análise da partida

Charles também fez um breve comentário sobre o duelo contra o Peixe. Para ele, o confronto foi difícil pois o Alvinegro impôs uma boa marcação, mas o Bahia conseguiu iniciar a partida bem. Entretanto, o Esquadrão não manteve o bom nível durante a primeira etapa, mas conseguiu recuperar durante o segundo tempo.

“Um jogo difícil, o adversário marcou mano a mano de maneira extremamente forte. Isso para qualquer time é difícil de sair jogando. A gente tinha superioridade numérica com homens de trás, tentou fazer movimentação para não expor o Gabriel com os quatro homens do quadrado por dentro.”

“A gente conseguiu começar bem, criou boas situações. Restante do primeiro tempo a gente se complicou, linhas espaçadas, contra-ataques, dois pênaltis, o segundo, de costas, com o braço sem ver. Aí tem que valorizar essa reação no segundo tempo, conquistar esse ponto e estar no G-5. Isso e valorizar a reação.”

Charles Hembert, auxiliar do Bahia - Foto: Letícia Martins/EC Bahia

Charles Hembert, auxiliar do Bahia – Foto: Letícia Martins/EC Bahia

Outras respostas

Everton Ribeiro no banco

“Terceiro jogo em seis dias do Everton, a gente tinha recebido da fisiologia que ele tinha uma fadiga na coxa, estaria liberado para 30, 40 minutos. Preferiu ir pela via mais saudável de não começar com ele. Por isso entrou após o intervalo.”

Escolha por Gabriel Xavier

“Gabriel Xavier vinha de jogos, teve sequência. Tem bola aérea extremamente importante. Nos ajuda. Kanu tem facilidade técnica na saída de bola, mas ficou um bom tempo fora. A gente sabia que o Santos teria uma postura mais agressiva que o Remo. No segundo tempo deixamos o Nico e tiramos o Gabriel para ter essa posse e empatamos o jogo.”

Problema nos contra-ataques

“Uma coisa que aconteceu mais especificamente hoje, contra o Flamengo no segundo tempo. A gente começa os jogos no campo de ataque, criando oportunidades de gol, e a gente deixou de atacar marcando, nossos homens não marcando corpo a corpo os adversários. Tem também a frustração por não fazer o gol, que aconteceu na parte final do primeiro tempo, ficando com linhas mais abertas, e isso nos fez sofrer os gols de pênaltis.”

Gramado

“Se eu for falar disso vocês vão dizer que vai ser a desculpa, mas não é. Tem chovido muito esses dias em Salvador, gramado está em estado complicado, bem irregular, complicado de se jogar. Com a característica de nosso jogo é sempre melhor ter o gramado bom pelos aspectos técnicos dos nossos meio-campistas. Gramado em situação difícil também por causa da chuva.”

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