O Campeonato Pernambucano mais raiz da história chega ao Grupo D, o Grupo Metropolitano.
Fred Figueiroa e Cassio Zirpoli analisam a chave formada por América, Íbis, Ipojuca, Sete de Setembro, Guarany e Vera Cruz, dentro do novo formato do Estadual, que terá uma primeira etapa regionalizada, o Turno Frevo, antes da fase principal em janeiro.
O grupo mistura tradição, folclore, reconstrução e clubes tentando ganhar espaço no novo mapa do futebol pernambucano. Tem o América, um dos nomes históricos do estado; o Íbis, personagem nacional pelo peso popular e pela marca irreverente; o Vera Cruz, com trajetória recente na elite; além de Ipojuca, Sete de Setembro e Guarany buscando aproveitar o calendário ampliado para crescer dentro da competição.
Mas também passa por estádios que precisam de ajuda. O Gigante do Agreste, de Garanhuns, palco da decisão da Série B de 2003, está destruído. O Carneirão, em Vitória, foi demolido e transformado em um parque com dois campos de futebol society. O Ademir Cunha está em situação precária. O Grito da República nunca conseguiu se viabilizar para o futebol profissional…
A pauta passa pelo peso da Região Metropolitana, pelos desafios financeiros dos clubes menores, pela chance de exposição em um campeonato com 31 participantes e pelo impacto do novo regulamento, que obriga cada equipe a relacionar dez atletas da base por partida.
Quem chega como favorito? Quem pode surpreender? O Íbis consegue transformar atenção em competitividade? O América pode retomar protagonismo? E qual clube do Grupo Metropolitano tem mais chance de avançar no Pernambucano 2027?









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