Podcast45 debate mudança no Ceará e outros clubes
O clube anunciou a marca italiana como nova fornecedora de material esportivo, com contrato válido até o fim de 2031, e já lançou os uniformes da coleção 2026/27. A mudança encerra uma fase importante da marca própria Vozão nos uniformes de jogo, embora o clube informe que ela seguirá ativa nos produtos licenciados.
Fred Figueiroa e Cassio Zirpoli analisam o que está por trás da decisão: o peso comercial de voltar a ter uma fornecedora tradicional, os limites do modelo de marca própria, a operação das lojas oficiais, o preço das camisas e o impacto direto na relação com a torcida.
A pauta também passa pelas polêmicas da transição. A antiga parceira B360 contestou a rescisão e alegou exclusividade no fornecimento e na exploração da marca, enquanto o Ceará tratou a mudança como parte de uma nova operação das Lojas Vozão.
Afinal: a marca própria ainda vale a pena para clubes grandes do Nordeste? O modelo funciona melhor no varejo do que no uniforme profissional? A chegada da Diadora é um avanço comercial para o Ceará? E essa mudança pode influenciar outros clubes da região?









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