Tricolor baiano é o segundo time do Nordeste na carreira do treinador
O casamento entre Bahia e Rogério Ceni completa um ano nesta segunda-feira (9). O treinador voltou ao Nordeste como nome escolhido pelo Grupo City para comandar o novo projeto do Esquadrão.
Quando desembarcou em Salvador, no dia 9 de setembro de 2023, apesar do cenário de luta contra o rebaixamento, recebeu um contrato longo. A confiança de, pelo menos, dois anos e três meses à frente da equipe.
Com a permanência assegurada na elite, o trabalho de Ceni e sua comissão ganhou ‘casca’. E o Tricolor entrou no tido como ano 1 da parceria com o conglomerado mirando voos mais altos.
Ceni recebeu reforços de peso, como o meia Everton Ribeiro, que deixou o Flamengo após sete temporadas. Outros, valiosos, tendo como exemplos os volantes Jean Lucas e Caio Alexandre.

Foto: Felipe Oliveira/EC Bahia
Números de Ceni no Bahia
Se bateu na trave no quesito títulos, Ceni pode dizer que fez – e faz – o Bahia jogar um bom futebol. E se aproximar de objetivos importantes, com quebras de tabus e
Apesar dos tropeços no Baiano e na Copa do Nordeste, a temporada carrega rende frutos no Brasileiro e na Copa do Brasil.
Na Série A, o Tricolor segue na primeira página, na sétima posição, com 39 pontos. A meta é uma vaga na Libertadores. Já no mata-mata, tenta eliminar o Flamengo para chegar às semis de forma inédita.
Abaixo, confira números detalhados:
- Partidas: 68
Triunfos: 37
Empates: 11
Derrotas: 20
Aproveitamento: 59,8%
Vale destacar que, com a marca de um ano alcançada, Ceni iguala feito de outros três treinadores que passaram pelo Bahia no século XXI: Roger Machado, Arturzinho e Evaristo de Macedo.









0 comentários