Esquadrão conseguiu dobradinha com Baiano e Nordestão, e mira fazer história na Copa do Brasil sob a liderança do treinador
Com o currículo encorpado e novos horizontes à vista, o técnico Rogério Ceni completa dois anos à frente do Bahia nesta terça-feira. Recém-campeão da Copa do Nordeste, o segundo título no comando tricolor, o treinador é o nome que lidera a consolidação da equipe baiana na Região e na mudança de patamar dentro do cenário nacional. Os feitos tricolores passam diretamente pela presença do profissional de 52 anos.
Ceni desembarcou no projeto do Esquadrão, escolhido a dedo pelo Grupo City, em 2023. De lá para cá, muita coisa mudou. Dentro e fora das quatro linhas. Se o primeiro ano, com a temporada em curso, foi de luta contra o rebaixamento, o cenário vivido no momento atual é de voos altos. Foi com o treinador, por exemplo, que a equipe tricolor voltou a disputar uma Copa Libertadores depois de 36 anos.

Catarina Brandão/ECB
O comandante também liderou o Tricolor na melhor campanha da história do clube nos pontos corridos, em 2024, quando selou vaga para a disputa internacional. Neste ano, venceu o primeiro título na área técnica tricolor, o Campeonato Baiano, e conduziu o time ao pentacampeonato regional – isolando o clube como o maior campeão do Nordeste.
Vale destacar que o Esquadrão – com o suporte do Grupo City – fez grande mercado em termos, também, de investimentos. Nesta temporada, foram aproximadamente R$ 200 milhões investidos na aquisição de jogadores. Número recorde na história da equipe baiana, que já havia deixado R$ 120 milhões nas janelas do último ano.
Momento do Bahia nas mãos de Ceni
Ceni quer mais. Com o cenário regional sob domínio, o foco é a Copa do Brasil, disputa na qual o Bahia tem a oportunidade de avançar pela primeira vez à semifinal da competição. Na ida, triunfo por 1 x 0 na Arena Fonte Nova, em Salvador. Um simples empate garante o avanço do time baiano. Caso o Fluminense devolva a diferença, a decisão será nos pênaltis. Antes de encarar o time carioca, o Tricolor despachou Paysandu e Retrô.









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