Com 85,95% dos votos, atual mandatário do clube seguirá no comando do Leão da Barra
Neste sábado (13), a torcida do Vitória foi até o Barradão para escolher seu próximo presidente e, com 4.424 votos (85,95% dos votos), Fábio Mota foi reeleito para seguir no cargo, derrotando o outro candidato, Marcone Amaral que teve 14,05% dos votos. O advogado de 54 anos, ao lado de seu vice, Djalma Abreu, comandarão o Leão da Barra pelos próximos três anos.
A chapa de Mota, chamada de Leão Colossal, também elegeu Nilton Almeida e Nilton Sampaio Filho para os cargos de presidente e vice do Conselho Deliberativo, respectivamente, com 79,48% dos votos válidos, e Raimundo Viana (presidente) ao lado de Bruno Torres (vice) como líderes do Conselho Fiscal com 78,8% dos votos válidos.

Fábio Mota é reeleito presidente do Vitória – Foto: Victor Ferreira/EC Vitória
Propostas da chapa
O principal chamariz de Fábio Mota é a Arena Barradão. Segundo ele, o projeto viabilizará novas receitas e atrairá investidores para a SAF, esta que, de acordo com o mesmo, chegará ao Vitória “de forma estudada, debatida e aprovada com responsabilidade”.
Ainda, o grupo defende uma “responsabilidade fiscal com orçamento e fiscalização”, além de “um futuro com base forte e gestão séria.”

Projeto da Arena Barradão – Foto: Divulgação/Vitória
Passado como presidente
Fábio chegou à presidência do Vitória em outubro de 2021, quando assumiu a presidência de forma interina após afastamento de Paulo Carneiro. No ano seguinte, foi efetivado no cargo e, no fim daquele ano, foi eleito com 821 votos (66,4% do total).
Pelo clube, o presidente participou do acesso do Leão da Barra à Série B de 2022, após uma arrancada heroica. No ano seguinte, conquistou o primeiro título nacional do clube, ao vencer a segunda divisão do Campeonato Brasileiro e, em 2024, venceu o Baianão em cima do Bahia, mas lutou contra o rebaixamento na Série A.
Em 2025, Fábio oficializou o projeto da Arena Barradão. Segundo ele, a estrutura prevê um faturamento de cerca de R$ 45 milhões por ano entre sócio-torcedor e patrocínios, além de R$ 20 milhões anuais de receita líquida. O projeto foi aprovado por unanimidade pelo Conselho Gestor e agora passará pelos conselhos Deliberativo e Fiscal.

Fábio Mota, presidente do Vitória – Foto: Victor Ferreira/EC Vitória









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