Pedro Martins foi apresentado pelo Fortaleza na tarde desta quarta-feira (7) e comentou sobre o momento do clube
O novo CEO da Sociedade Anônima do Futebol (SAF) do Fortaleza, Pedro Martins, foi apresentado à imprensa na tarde desta quarta-feira (7), no Centro de Excelência Alcides Santos. O mandatário leonino reconheceu o momento turbulento vivido pelo clube, em questões administrativas e financeiras, mas ressaltou que o cenário não está “nem um pouco” perto do que é possível observar na maioria dos clubes brasileiros.
“Apesar de ser um momento de turbulência, quando você para e olha para o futuro, o Fortaleza, com o tamanho que tem, ele consegue resolver. Não tá nem um pouco perto do cenário que a gente consegue encontrar na grande maioria do futebol brasileiro. É uma turbulência, mas não é um caos. Esse mar agitado a gente passa. Passa junto, mas a gente passa. Eu consigo falar para vocês: esse projeto é sólido”, afirmou.

Foto: Mateus Lotif/Fortaleza
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Embora o seu principal objetivo seja trazer resultados imediatos para o Fortaleza e, consequentemente, conseguir o retorno para a Série A do Campeonato Brasileiro, Pedro Martins pregou responsabilidade. O CEO afirmou que o trabalho, desde o momento em que aceitou o desafio, está sendo realizado de maneira intensa e sempre pensando no futuro estável da organização.
“A partir do momento em que eu aceitei o desafio, o telefone não parou de tocar, eu já comecei a trabalhar e conhecer as pessoas. Temos que resolver problemas com os jogadores, resolver problemas financeiros, temos que resolver a reconstrução de um elenco. O trabalho está sendo feito de uma maneira muito intensa, mas pensando sempre em um Fortaleza forte agora e forte no futuro. A gente não vai prejudicar o futuro dessa instituição. Por isso que as decisões precisam ser muito bem pensadas”, frisou.
Pedro evitou comparações com Marcelo Paz, ex-CEO do Fortaleza. O novo dono do cargo afirmou que sua chegada não se trata de uma substituição, mas sim de uma nova composição. Ainda declarou que vai construir sua identidade com a própria forma de trabalhar.
“Cada um tem a sua história. Eu sou um profissional de mercado. Eu vim para cá porque tenho um respeito e admiração muito grande pela instituição. E o Marcelo, de certa forma, veio das arquibancadas para cá. Cada um tem sua história. Não se trata de uma substituição. Se trata de uma nova composição. Com a minha forma, com as pessoas que estarão ao lado e acima, eu vou construir a minha identidade e a minha forma de trabalhar”, concluiu.









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