Mozart criticou a atuação da arbitragem no empate do Ceará e fez uma avaliação sobre o jogo
O Ceará empatou pela segunda vez na atual edição da Série B do Campeonato Brasileiro, desta vez fora de casa, contra a Ponte Preta, na noite desta quarta-feira (1º de abril). O duelo, no entanto, ficou marcado por um erro da arbitragem ao expulsar Lucas Lima, do Vovô, ainda na etapa inicial. Após o confronto, o técnico Mozart comentou sobre o assunto e classificou o cartão vermelho dado ao seu atleta como injusto. Criticou, ainda, os critérios usados pelo juiz.
“Eu acho que a expulsão foi injusta. Talvez no carrinho do Pottker no Richardson o VAR poderia ter chamado. Eu acredito que o Kleber tenha sido rigoroso demais na expulsão do Lucas Lima, até porque é impossível jogar futebol sem usar os braços. Muito provavelmente, depois da Copa do Mundo, com o novo regulamento, provavelmente o Lucas Lima não seria expulso porque o VAR chamaria e anularia o cartão vermelho. Não gosto de falar de arbitragem, mas talvez hoje o critério tenha sido um pouco confuso”, avaliou.
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Bastante pressionado no Ceará em função dos resultados recentes e das atuações da sua equipe, Mozart extravasou em campo quando Sanchez marcou o gol de empate no terço final do jogo desta quarta-feira. O comandante explicou a comemoração efusiva e frisou que o resultado teve sabor de vitória em função do contexto.
“A minha comemoração não é porque é na Série B, é em qualquer campeonato que a gente dispute. Ali é muito mais um momento de extravasar junto com os jogadores, porque nós nos preparamos muito para esse jogo. Nós gostaríamos de ter vencido, mas é um empate com sabor de vitória pelas circunstâncias que foi”, disse.
Sobre a partida em si, Mozart reconheceu que a Ponte Preta iniciou melhor a partida. Quando o Ceará começou a equilibrar o jogo, aconteceu a expulsão de Lucas Lima, que mudou a dinâmica do jogo, na visão do treinador. Logo após o intervalo, o gol cedo obrigou a comissão técnica a realizar alterações. Estes atletas que entraram, tiveram boa atuação, avaliou o profissional.
“A Ponte começou melhor que a gente, e aí nós equilibramos. Tivemos uma chance clara com o Júlio. Acaba que a expulsão no final do primeiro tempo muda a dinâmica do jogo. Nós mudamos a estrutura de marcar e não contávamos em tomar o gol com sete minutos. A ideia era manter o 0 a 0 pelo menos até passar esse ímpeto inicial da Ponte. Obrigatoriamente tive que fazer algumas trocas, inclusive na forma de marcar. Jogadores que entraram, entraram muito bem. Estávamos até mais próximos de fazer o segundo do que a Ponte”, concluiu.

Foto: reprodução/Vozão TV









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