Guilherme dos Anjos mencionou problemas financeiros do Timbu e diz que situação é tratada com naturalidade
O Náutico tentou e buscou reforços até onde deu. Mas agora esbarrou nas suas limitações financeiras e, dessa forma, não deve mais fazer contratações até o fechamento da janela de transferências, no dia 11 de setembro. Quem afirmou foi o próprio técnico Guilherme dos Anjos.
Em entrevista coletiva nesta quinta-feira (27), o comandante alvirrubro ressaltou que, hoje, o principal ponto a se valorizar são os reforços caseiros. Ou seja, atletas que se recuperaram de lesão e voltaram a ficar disponíveis, como os atacantes Vinícius e Júnior Todinho.

Foto: Rafael Vieira/Náutico
“Creio que a gente não traga mais ninguém, dado ao tempo que temos de janela e de solução dos aspectos financeiros que já foram mencionados. Não vejo maiores problemas, principalmente com a volta do Vinícius e do Todinho”. iniciou Guilherme dos Anjos.
“Onde a gente estava sentindo mais falta era um pouco nas beiradas, mas principalmente da experiência dos atletas, solucionamos bem e não vejo grande lacuna hoje, para que a gente possa se desesperar, para que eu possa reclamar de alguma forma daquilo que foi nos dado, vamos colocar assim”, acrescentou.
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Situação já foi assimilada e Náutico ainda mira acesso
Cientes da condição financeira do Náutico, os treinadores vão trabalhar com o elenco que têm em mãos. Assim, seguem em busca de cumprir as metas do Alvirrubro na Série B: alcançar o quanto antes os 45 pontos para se livrar do rebaixamento e, quem sabe, entrar na briga pelo G-6.
“Foi combinada uma coisa, juntamente com o professor, me ative aquilo que foi combinado e combinado não sai caro. Eu sou bem prático com relação a isso. É uma realidade hoje de condição de orçamento, de folha, de elenco que nós sabemos o que podemos galgar. Sim, nós já temos noção daquilo que são os objetivos”, pontuou o técnico do Náutico.
“Como eu já falei, se a gente for fazer um comparativo, nós já sabemos a nossa realidade e aquilo que a gente precisa melhorar enquanto equipe, clube, em todos os aspectos. Faltam 14 jogos para um objetivo parcial e talvez um objetivo maior, que seria a disputa por um acesso. E nós temos que focar nisso, principalmente com as condições que nós temos, sejam elas orçamentárias ou estruturais”, concluiu.

Foto: Rafael Vieira/Náutico










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