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Bola aérea torna-se dor de cabeça para sistema defensivo do Náutico

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A bola aérea, que já foi um ponto forte do Náutico na era Dal Pozzo, tornou-se uma dor de cabeça para o sistema defensivo nos últimos jogos sob o comando de Gilson Kleina. Dos 22 gols sofridos na competição, seis foram de jogadas pelo alto, sendo que cinco foram nas últimas quatro rodadas.

O Timbu sofreu dois gols de cabeça da Ponte Preta, nos Aflitos, com João Paulo e Dawan. Dois jogos depois, quem se aproveitou desta deficiência alvirrubra foi o Cruzeiro ao balançar as redes com Airton. Já no sábado (31), no Rei Pelé, o CSA marcou duas vezes com Rafael Bilu e Yago.

Apesar do rendimento ruim nas partidas, o auxiliar técnico Juninho Lola, à beira do campo nos dois últimos jogos porque Gilson Kleina está afastado por conta da Covid-19, confia no potencial do sistema defensivo. De acordo com o assistente, o trabalho tem sido bem feito nos treinamentos.

“Estamos tendo este problema realmente, mas estamos treinando bastante o fundamento. Nas atividades não está ruim, mas no jogo não tem acontecido como nos treinos. Vamos continuar trabalhando para analisar e identificar os erros para acertar”, ressaltou o auxiliar.

MÉDIA DE GOLS

A defesa alvirrubra tem sido criticada desde o início da temporada. Nos 39 jogos realizados em 2020, foram 46 gols sofridos com uma média de 1,17 por partida. Na Série B, a média é um pouco maior e chega a 1,22. Apenas cinco vezes a defesa saiu de campo sem ser vazada: Operário (0x0), Vitória (0x0), Figueirense (1×0), Paraná (0x0) e Oeste-SP (1×0).

Durante todo o ano, o setor sofreu diversas mudanças, principalmente na zaga. Oito atletas já atuaram na função e apenas em novembro a equipe pode ter a dupla de zagueiros considerada a ideal e com o melhor potencial: Camutanga, voltando de suspensão, e Ronaldo Alves, que retornou contra o CSA após se recuperar de uma grave lesão no tendão de aquiles.

2 Comments

2 Comments

  1. Caio

    3 de novembro de 2020 at 12:43

    O timba precisa colocar a cabeça no lugar

  2. Luan dos Santos

    3 de novembro de 2020 at 15:14

    Tá complicada a vida do Timba.

    Acho que além da “limpa” (tardia, mas justa) é preciso uma autocritica da comissão tenica, o elenco nao é tão ruim e ja se mostrou ser competitivo naqule jogo contra a Chape (mesmo ja estando uma referencia tão longe).

    Enfim, torcer para que as peças engrenem e o timba volte a pontuar bem!

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