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Em derrota para Defensa y Justicia, Bahia vê arbitragem “catastrófica”

"Foi muito grosseiro, despreparo e discutível o que aconteceu no 1º tempo", disparou Mano Menezes (Foto: Felipe Oliveira/Bahia)

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A situação do Bahia ficou bastante complicada depois da derrota em casa para o Defensa y Justicia, no jogo de ida pelas quartas de finais da Copa Sul-Americana. O 3 a 2 sofrido na Fonte Nova foi um duro golpe para os atletas e a comissão técnica do Tricolor de Aço, sobretudo pela forma como foi construído, com sucessivas paralisações da partida pela arbitragem, sendo seis só no primeiro tempo, que interromperam a etapa em pelo menos 19 minutos, tendo apenas 14 de acréscimos.

Cenário que levou o lateral Matheus Bahia, que marcou o segundo gol do Tricolor, a apontar como prejudicial para o estilo de jogo da equipe. “Completamente. Foi nítido e todo mundo viu quantas vezes ele (o árbitro equatoriano Guillermo Guerrero) parou no primeiro tempo e a quantidade que ele deu de acréscimos não foi condizente. Ele deveria ter dado muito mais tempo e isso prejudicou a gente, porque esfriava o jogo. Era tudo o que os caras (do Defensa y Justicia) queriam”, avaliou o atleta.

Seguindo a mesma linha de reclamação, o técnico Mano Menezes foi até mais enfático ao adjetivar a atuação do árbitro e seu assistente de vídeo, o uruguaio Daniel Fedorczuk. “Ela foi catastrófica no jogo. Não tem outa palavra. Um árbitro que para quatro vezes para ir ao VAR e nunca demora menos do que cinco minutos, ele tira do jogo o tempo que tem que ser jogado. A gente precisa resolver isso. Hoje foi muito grosseiro, despreparo, e discutível o que aconteceu no 1º tempo. E isso para uma equipe que sai perdendo, dificulta para imprimir o ritmo”, reforçou o treinador do Bahia.

Mea culpa

Entretanto, o treinador não isentou o Bahia dos seus erros cometidos em campo. Embora veja interferência da arbitragem, Mano ressalta pontos em que o time comprometeu o resultado. “Mesmo assim perdemos um pênalti, que seria o gol do empate. O Bahia teve os seus problemas e não vamos fechar os olhos para eles. Mas vamos resolver da forma que a gente acredita, recuperando moralmente os jogadores para os próximos jogos”, destacou, antes de sair em defesa de Rodriguinho e Elias, acionados no decorrer do jogo.

“O Bahia não entrou como se deve entrar para um jogo decisivo. Fizemos tudo como fazemos, mas o jogos são diferentes. Não estavam Elias e Rodriguinho em campo quando levamos os dois primeiros gols. Não adianta direcionar uma coisa para cá ou para lá. Não foi esse o nosso problema. Criamos oportunidade para empatar e virar, e agora temos uma chance de responder da mesma fora que fizeram aqui”, completou Mano Menezes.

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