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CSA vacila, perde por 2 a 0 para o Paraná, mas se mantém no G4

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Pela segunda vez consecutiva, o CSA derrapou frente a equipes do Z4. Na última rodada, empatou com o Figueirense; nesta, contra um desesperado Paraná fez pior. Diante de um adversário que, mesmo sem vencer há quatro partidas, foi bem superior, eficiente, o Azulão acabou derrotado por 2 a 0, na noite desta terça-feira, no Durival de Britto, pela 34ª rodada da Série B. O placar foi definido ainda no primeiro tempo, com Jean, aos sete, e Renan Bressan, em bala cobrança de falta, aos 24.

E agora?

Com o revés, o time comandado por Mozart Santos estaciona nos 52 pontos, na quarta colocação. Manutenção no G4 somente possível graças à derrota do Juventude – seu rival na briga pelo acesso e logo abaixo do Azulão, em quinto – para o Brasil de Pelotas. Na próxima rodada, o CSA volta ao Rei Pelé, onde enfrenta o Avaí, no sábado, às 16h30.

Estatísticas

Posse de bola: Paraná 30% x 70% CSA
Finalizações: Paraná 5 x 16 CSA
Finalizações em gol: Paraná 2 x 3 CSA
Desarmes: Paraná 12 x 4 CSA
Perda de posse de bola: Paraná 119 x 146 CSA
Passes: Paraná 273 x 611 CSA
Passes certos: 187 (68%) x 540 (88%) CSA

Vacilos em sequência

O CSA até que começou o jogo esboçando maior organização, compactando linhas e tendo maior protagonismo dos seus meias, principalmente Yago, mas o baque veio cedo. E em uma desatenção grosseira na defesa. Em cruzamento na área, Rodolfo Filemon afastou mal a bola e Jean Victor, sozinho, aproveitou e chutou forte no ângulo de Matheus Mendes. Sem chance.

Com o gol, o time alagoano aumentou a posse de bola (67% x 35%), mas o domínio não foi refletido em atitude. Posse de bola sem propósito. E aí, aos 24, em outro vacilo – desta vez na recomposição defensiva -, Geovane fez falta na entrada da intermediária, Renan Bressan bateu com categoria e ampliou para o Paraná. Dois gols em duas finalizações.

Outra atitude

Tentando dar outra cara ao comportamento apático do time, Mozart fez uma mudança ousada para o segundo tempo: sacou o zagueiro Rodolfo Filemon e alçou o meia Gabriel a campo. Fez efeito. Mais solto, o CSA criou duas boas chances de perigo, logo no início da etapa complementar.

Uma delas, bateu na trave. Rafael Bilu recebeu cruzamento de Cedric, a bola passou por todo mundo e cabeceou no travessão de Renan. Um minuto depois, Nadson arriscou de longe e a bola passou muito perto. O Paraná logo respondeu. Gabriel Pires serviu Thiago Alves na grande área, o meia tocou por cobertura, mas a finalização foi por cima.

Ferrolho tricolor

Mas todo ímpeto do CSA esbarrou no ferrolho do Paraná. Mesmo empurrando o rival para o campo de defesa defesa e explorando os cruzamentos – aos 40′ do 2T já somaram 39 -, os alagoanos não conseguiram êxito em furar a solidez defensiva tricolor. Em apenas uma oportunidade, no entanto, foi capaz de obrigar Renan – que fez sua primeira defesa, de fato. Com bola no chão, Rone chutou no canto direito do goleiro, que espalmou.

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