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Santa Cruz volta a jogar mal, perde para o Salgueiro e amplia crise no Nordestão

Foto: Heitor Ramos/CBF via AGIF

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Novamente jogando mal, o Santa Cruz voltou a perder na Copa do Nordeste. Diante do Salgueiro, pela terceira rodada, e em um confronto decisivo para as pretensões do clube na competição, o Tricolor foi basicamente inofensivo e perdeu por 1 a 0 para o Carcará, que marcou cedo, aos três minutos de jogo, com o zagueiro Leozão.

Resultado que amplia a crise da Cobra Coral no Nordestão, acumulando a terceira derrota seguida em três jogos e deixa o clube estacionado na lanterna do grupo A. Agora, o time volta a campo diante do CSA, no sábado (20), às 20h, no Arruda.

Primeiro tempo para esquecer

Frágil na defesa e sem apetite no ataque. Este foi o resumo dos primeiros 45 minutos do Santa Cruz no Cornélio de Barros, que não agrediu em um lance sequer o gol de Lucas. Na verdade, durante o primeiro tempo inteiro, o Tricolor finalizou duas vezes: ambas, no entanto, para muito longe, aos 15 e aos 44, com Didira. E acabou castigado cedo, aos três minutos de partida. Em cruzamento, Leozão aproveitou a falha da defesa coral e cabeceou no canto esquerdo do estreante Martín Rodríguez.

Até um certo momento, o gol tomado rápido pareceu despertar o Santa Cruz, que passou a ter maior posse de bola, circulando na área do Salgueiro, mas isso em nada refletiu produtivamente no ataque. Sobretudo porque o time abusou dos lançamentos na área, quase sempre sem precisão, e com Léo Gaúcho e Pipico distantes da jogada. E aí, aproveitando as brechas, o Carcará foi bem mais perigoso, e parou na trave de Martín Rodríguez. Cássio Ortega fez boa jogada individual na esquerda, puxou para o meio e chutou, obrigando o goleiro a fazer a defesa, mas a bola ainda bateu no travessão.

Na reedição da última decisão do PE, o carcará se deu bem de novo. Já o time coral sofreu a 3ª derrota no NE, com o seu pior início em 15 participações desde 1994.

Pressão tricolor, mas…

Diferentemente da primeira etapa, no segundo tempo o Santa Cruz voltou com ímpeto – principalmente após as entradas de Felipe Almeida e Alan Cardoso nas vagas de Didira e Célio Santos, respectivamente. Em dois lances, inclusive, o Tricolor obrigou o goleiro Lucas trabalhar pela primeira vez na partida. Aos 6, em cabeçada de Léo Gaúcho na grande área, e aos 7 com Danny Morais.

Seguindo no ataque, o Santa Cruz criou mais duas oportunidades, com Alan Cardoso na esquerda, e Wiliam Alves em cruzamento, mas não com tanto perigo feito as investidas criadas pelo Salgueiro na sequência. Aos 17, Cássio Ortega aproveitou passe, avançou na grande área e, cara a cara com Martín, finalizou muito perto do gol. Depois, Passira, aos 35, obrigou o goleiro tricolor se esticar todo e defender uma finalização de fora da área.

Tabu mantido

O revés para o Salgueiro também aumenta o tabu do Santa Cruz quando joga contra o Carcará. No Cornélio de Barros, os corais não vencem os sertanejos desde março de 2017, quando se enfrentaram pelo Estadual. Desde então, em cinco jogos, foram duas vitórias do Salgueiro e três empates.

Ficha do jogo

Salgueiro 1

Lucas Ferreira, Sinho, Ranieri, Leozão e Alan Pires; Bruno Sena, Moreilândia, Felipe Baiano e Tarcísio; Thomas Anderson (Daniel Passira) e Cássio Ortega (Richard). Técnico: Daniel Neri.

Santa Cruz 0

Martín, Augusto Potiguar, Wiliam Alves, Danny Morais (Ítalo Melo) e Célio Santos (Alan Cardoso); Caetano, Paulinho (Ítalo Henrique), Didira (Felipe Almeida) e Chiquinho; Léo Gaúcho e Pipico (Vinícius Balotelli). Técnico: Basílio Amaral.

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