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Após nova atuação ruim, Gallo admite que Santa precisa evoluir: ‘Situação é delicada’

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Muito a melhorar. Este foi o diagnóstico do técnico Alexandre Gallo, após mais uma atuação ruim do Santa Cruz no Campeonato Pernambucano, desta vez resultando no empate sem gols com o Salgueiro ,no Arruda, na noite desta quarta-feira. O treinador, em entrevista coletiva, reconheceu a situação ‘delicada’ do time, que precisa evoluir. Além disso, também projetou a chegada de novas contratações e explicou o porquê do lateral direito Fernando Pileggi ainda não ter sido utilizado.

Veja a entrevista, na íntegra

Maior dificuldade/o que fazer para o time melhorar

“Tentar condicionar a questão técnica e a questão física. A gente percebe que o time está muito aquém do volume de jogo que a gente quer colocar, então nós vamos dividir o jogo entre atletas, não pelo aspecto técnico, que é a pior coisa de um treinador, mas você dividir pelo aspecto físico, então essa situação é muito ruim e é claro que a gente queria um tempo maior para equacionar essa questão física, porque atrapalha bastante a montagem. É uma situação um pouco complicada, mas a gente sabia disso e vamos ter que trabalhar muito”.

Time chegar num ponto mais aceitável

“Uma situação bastante delicada, porque a gente está bastante confiante na classificação, respeitando muito nossos adversários, mas a gente precisa de um nível de performance melhor. Está abaixo do que a gente espera em função da questão física/técnica.

Falta de tempo de trabalho

“Não tem saída. A saída é você utilizar os jogos e a recuperação para tentar evoluir no aspecto físico. É evidente que você perde muito com isso, porque a preparação e a consistência fazem você ter um jogo melhor, mas a gente não está conseguindo isso, e o tempo vai ser escasso. Então, é trabalhar a cabeça dos atletas e melhorar o aspecto físico dentro dos jogos. Não tem saída”.

Fernando Pileggi no banco

“Ele é um jogador que é mais ofensivo, fisicamente está bem abaixo, não joga há um tempo. E um jogo brigado como estava esse, nós queríamos, diferentemente do jogo que foi contra o Náutico, tentar acelerar ao máximo o primeiro tempo. E nós fizemos isso. Depois houve uma queda natural, o time sentiu muito o aspecto físico. E efetivamente depois que a gente estivesse numa condição de jogar no contra-ataque, ele seria um jogador que eu colocaria por menos tempo, uns 15, 20 minutos, porque ele no aspecto físico está muito abaixo. Nós tivemos um jogo difícil, o Derleu acabou sentindo o volume do jogo todo, eu coloquei o outro menino que era muito mais marcador para poder liberar a frente e jogar com velocidade com Marcel.

Reforços no mata-mata

“Não é questão da quantidade, é questão do momento, da possibilidade, mas a gente espera que até o final do mês, a gente tem conversado muito com diretoria, eles têm atuado bastante, tanto o Jaime como o Oberdan, e eu estou no aguardo de algumas possibilidades. É claro que nós, assim como todos os clubes grandes do Brasil, em qualquer série, para se qualificar ele depende de reforços e a gente está correndo atrás disso”.

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