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Após gol, Matheus Carvalho mantém foco para ganhar chance como titular

Foto: Tiago Caldas/CNC

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Desde que sofreu a lesão no joelho, em fevereiro de 2020, o atacante Matheus Carvalho não conseguiu ter uma sequência de jogos pelo Náutico. Em 2021, foram dez partidas, mas sempre entrando no segundo tempo, como foi contra o Coritiba em que ele marcou o gol do Timbu na derrota por 2×1. Ao balançar as redes, o jogador espera ter colocado dúvidas na cabeça do treinador para ter mais chances como titular.

“Acredito que deixou uma pulga atrás da rolha do professor. Mas não quer dizer que vou ser titular. Estou trabalhando bastante e focado na minha melhora física. Se ele optar por mim no sábado, vou dar a vida. Posso sentir o ritmo, mas faz parte do processo. Tenho o apoio dos meus companheiros, da comissão técnica e todos com paciência comigo. Estamos trabalhando bastante. Se aparecer a oportunidade, vou aproveitar da melhor maneira possível. Mas não tem nada garantido”, ressaltou o jogador.

Contra o Confiança, no próximo sábado (7), às 16h30, nos Aflitos, o Náutico não contará com Camutanga, Vinícius e Bryan, suspensos. Portanto, Matheus Carvalho pode ser utilizado por uma das pontas. Apesar de ele deixar a preferência da função em campo para o técnico Hélio dos Anjos.

“Não houve nenhuma conversa com Hélio, mas tenho de respeitar as escolhas dele e da comissão. Se for para atuar pela ponta direita, esquerda, pelo meio ou falso centroavante, tenho de entrar da mesma forma que foi no último jogo ou até melhor. O meu retorno está sendo mais fácil agora, mas antes foi difícil até pelo ritmo. Se o professor optar para que eu jogue pela direita, como já fiz em outros clubes, vou dar a vida. Vou trabalhar e ver o que vai acontecer nos próximos dias”, disse.

A condição da titularidade ainda não está definida, mas Matheus Carvalho ganhou mais confiança após o último jogo. O gol, apesar de o resultado não ter sido positivo, pode servir como uma virada de chave na temporada do atacante depois de tudo o que passou. 

“O gol representa muito porque foi uma grande batalha. Peguei o começo da pandemia e fiquei três meses para fazer a cirurgia. Foi mais de um ano para voltar e ainda não estou em alto nível, mas estou me esforçando, praticamente morando na academia para fazer reforço, trabalhos físicos. O gol representou muito porque tenho fé em Deus. Tiveram dias difíceis, mas só tenho a agradecer a força que tive da minha família, amigos e companheiros de clube. Todos estavam torcendo por mim. Isso só dá força para fazer mais gols, ter belas atuações, conseguir vitórias e, se Deus quiser, conseguir o acesso o mais rápido possível”, pontuou.

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