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Ministério Público vai apurar suposta venda irregular de ingressos em clássico na PB

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O Ministério Público da Paraíba informou nesta segunda-feira que abrirá um inquérito policial para investigar uma suposta venda de ingressos para torcedores no clássico do último domingo (8) entre Treze e Campinense, no estádio Amigão, pela 10ª rodada da Série D, que acabou empatado por 0 a 0. Assim como ocorre em outros estados, a presença de público nos estádios segue vetada na Paraíba por conta da pandemia da Covid-19.

No entanto, um vídeo compartilhado nas redes sociais, mostra uma suposta venda de ingressos para o setor de cadeiras do Amigão por uma funcionária do Treze no valor de R$ 152. No caso, quem comprasse o bilhete entraria como “convidado” do clube. Ainda de acordo com a denúncia feita, o ato teria ocorrido com a conivência da Federação Paraibana de Futebol.

Pelo protocolo da CBF, cada clube pode levar até 80 pessoas na delegação por jogo, contando com profissionais que entram em campo, além de dirigentes e alguns convidados.

Diante da denúncia, o procurador de Justiça Valberto garantiu que o órgão vai abrir um inquérito para investigar a situação. Segundo ele, em se confirmado a venda proibida, os dirigentes envolvidos vão responder judicialmente.

A Federação Paraibana de Futebol já encaminhou um ofício pedindo explicações ao Treze. Já o presidente do Galo, Walter Cavalcanti Júnior, informou que está ciente de todo o protocolo de jogo da CBF e negou a venda de ingressos para os torcedores. Segundo o mandatário trezeano o vídeo que circula nas redes sociais foi uma peça desenvolvida pela “rivalidade estendida para fora dos gramados”.

O Campinense está na 3º colocação do Grupo 3, com 15 pontos, dois a mais do que o Treze, quarto colocado.

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