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Em apresentação no CSA, Mozart admite estar com uma “conta pendente” com a torcida

Foto: Augusto Oliveira/Ascom CSA

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Quatro meses depois, o técnico Mozart Santos voltou a dar uma entrevista coletiva como técnico do CSA. Após deixar o clube e ter passagens sem sucesso por Chapecoense e Cruzeiro, o treinador foi apresentado oficialmente nesta quarta-feira (1) como o treinador que irá conduzir o Azulão nas rodadas restantes da Série B. Por conta disso, o comandante afirmou que está de volta para completar uma “história inacabada” e disse ter uma “conta pendente” com o clube e com o torcedor.

“Eu espero que os torcedores mandem energias positivas a partir das 21h30 de sexta lá pro Rei Pelé (na partida contra o Vila Nova, pela 22ª rodada). Eu peço o apoio do torcedor. Acredito que o torcedor esteja um pouco magoado comigo, eu no lugar deles também estaria, mas eu tenho uma conta pendente com o clube, com o torcedor e entendo a insatisfação da minha saída. Mas pode ter certeza que eu tenho um carinho e um respeito muito grande por esse clube, tanto é que durante a Série B do ano passado eu tive duas propostas pra voltar pro Coritiba e não voltei”, afirmou Mozart, que continuou.

“Mas enfim, eu vou mostrar esse respeito e esse carinho através do meu trabalho. Eu acredito muito nisso, na dedicação no dia a dia, olho no olho com todas as pessoas dentro do clube e dessa forma eu tenho certeza de que nós vamos reencontrar o caminho das vitórias”, completou.

O treinador assume o CSA na 11ª colocação da Série B, com 28 pontos, e vindo de duas derrotas, para o Náutico (1 a 0, no Rei Pelé) e para o Sampaio Corrêa (por 2 a 0, no Castelão). Esse último, resultado que derrubou o técnico Ney Franco.

Em sua primeira passagem, Mozart comandou o CSA em 46 partidas, obtendo 21 vitórias, 17 empates e 8 derrotas. Um aproveitamento de 57,9%. No seu retorno, o treinador adiantou que pretende retomar a forma que a equipe atuava sob o seu comando.

“Esse time foi construído para jogar construindo de trás, pra usar o goleiro no modelo de jogo, envolver o adversário, ter o controle do jogo, chegar com bastante jogadores no ataque. Esse time foi construído pra fazer isso e eles têm características, capacidade e coragem pra fazer isso. É óbvio que nem sempre dá, então nós vamos minimizar riscos”, pontuou.

“A Série B é um campeonato equilibrado. Nesse ano, na minha opinião, ele tá mais equilibrado ainda. Eu tenho muita confiança nesse time, principalmente para nós criarmos padrões e jogarmos bem, porque na minha opinião a distância do primeiro pras outras colocações em questão de desempenho não é tão grande. A equipe que tiver o maior desempenho, que tiver padrão, ela tem chance de, lá na frente, colher bons frutos”, finalizou Mozart.

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