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Bahia: Apresentado, Isnaldo celebra chance e explica ‘concorrência’ com estrangeiros

Divulgação/Bahia

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O novo atacante argentino do Bahia, Eugenio Isnaldo, foi apresentado no Tricolor na manhã desta sexta-feira. Sexto estrangeiro no elenco do Esquadrão, Isnaldo comentou sobre a grande oportunidade que o Bahia representa em sua carreira e, também, sobre os outros argentinos no elenco, além da concorrência pelas cinco vagas para estrangeiro no time.

“Estou com muita alegria, é uma responsabilidade estar em um grande clube. As primeiras impressões são as melhores, me trataram muito bem. Estou contente de estar aqui e estou agradecido de confiar em mim. Contente de estar em um clube importante como é o Bahia, e em uma grande liga importante como a do Brasil, com tantos bons jogadores. É um passo muito importante na minha carreira”, afirmou o jogador, que também comentou sobre a ajuda dos compatriotas na adaptação ao clube.

“É a primeira vez que trabalho com Diego, mas desde que cheguei ao clube, ele me ajudou muito, comentou sobre o futebol da equipe e está me ajudando. Meus compatriotas estão me ajudando muito na adaptação, faço muitas perguntas para entender o mais rápido possível. Também me ajudam com o português. O Lucas [Mugni] e o Gérman [Conti] já sabem falar e me ajudam muito. São boas pessoas e estou contente de jogar com eles”.

Além de Isnaldo, Mugni e Conti, o elenco do Bahia também tem os colombianos Índio Ramírez e Hugo Radallega, além do paraguaio Óscar Ruiz. O torcedor do Bahia, porém, não deve esperar ver todos eles juntos em campo, uma vez que CBF limita a cinco o número de estrangeiros em campo em partidas do futebol brasileiro. Com isso, Isnaldo comentou sobre a disputa por essas vagas internacionais no elenco.

“Só pode cinco por partida. Logicamente, vou querer estar dentro da equipe, mas vou entender se em algum momento estiver fora. Todos estamos aqui para somar para equipe, que é o mais importante. Tem que trabalhar”.

Cria do Newell’s Old Boys e com passagens por Defensa y Justicia, Asteras Tripoli (Grécia) e Unión La Calera (Chile), terá sua primeira experiência no Brasil. Por aqui, inclusive, ele enfrentará dois treinadores com quem já trabalhou: Juan Pablo Vojvoda, do Fortaleza, e Hernán Crespo, do São Paulo. Ele também explicou suas características de jogo e suas funções preferias em campo.

“Atuo principalmente pelo lado esquerdo. Também posso jogar pela direita, mas prefiro esquerda. Gosto de atacar pelos lados, pelo centro, encarar e ajudar a equipe a todo momento. E defendendo também. Como características, gosto de atacar espaços, encarar. Há outros jogadores importantes no ataque e vou buscar me relacionar com eles para fazer finalizações o melhor possível. Gosto de atacar pela esquerda e direita, gosto de finalizar. Sou um jogador que sempre busca o bem coletivo”.

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