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Hélio blinda elenco sobre eleições e ressalta ambiente de tranquilidade no Náutico

Náutico, PE, Série B, Últimas

Por Camila Sousa

Por Camila Sousa

Postado dia 21 de outubro de 2021

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Sem misturar as coisas. Foi assim o tom dado pelo técnico Hélio dos Anjos, na coletiva de imprensa desta sexta-feira, às vésperas do duelo decisivo diante do Vasco, questionado o quanto e se o período eleitoral poderia atrapalhar o ambiente do grupo, que tem pela frente jogos difíceis no restante da Série B, em busca do acesso à Série A.

Hélio destacou que vem ‘blindando o plantel’, mas que, naturalmente, os jogadores falam sobre assunto, já que ‘não são alienados’. Contudo, o técnico fez questão de ressaltar que as eleições, em nenhum momento, estão atrapalhando o desenvolvimento do trabalho no futebol, que tem sido tocado de forma tranquila.

Até aqui, pelas mobilizações nos bastidores políticos do Timbu, o clube voltará, após seis anos, a viver um bate-chapa. Ao menos dois grupos devem disputar o pleito do biênio 2022-2023, com data definida para o dia 5 de dezembro.

Pelo lado da situação, o nome para candidato a presidente é o de Diógenes Braga. O dirigente, no comando do futebol alvirrubro desde 2018, será o cabeça da chapa. O nome para a vice, no entanto, ainda não está definido. O vice-presidente jurídico, Bruno Becker era um dos cotados, mas solicitou desligamento do clube na última quinta. Assim, o grupo terá de buscar outro nome.

Por parte da oposição, chamada Inova Náutico, deve ter o empresário Plínio César Albuquerque como candidato a chefe do executivo. Ele foi diretor do clube em 2017 e 2018. A chapa conta com outros dirigentes que passaram pelo Timbu na gestão de Edno Melo, como Thiago Dias e conselheiros como Aluísio Xavier. O nome para a vice-presidência também não está definido.

Hélio, sobre as eleições

– É um momento importante para o clube, não podemos fugir em relação a importância tanto dos jogos decisivos, como também da importância de uma eleição do clube. Ela é prevista no estatuto do clube e nós, profissionais, temos que ter responsabilidade nesse momento, de neutralizar qualquer interferência pelo momento político do clube na equipe nossa de trabalho e de futebol. O que é fundamental é a gente entender que parece que aqui está fervilhando, por causa do momento político do clube. Não. Muita tranquilidade, de trabalho, as condições de trabalho positivas. Não é que o grupo seja alienado, mas que o grupo tenha consciência de que a responsabilidade principal é o trabalho, dia a dia, resultados de jogos, para facilitar a vida do clube e consequentemente de quem vai administrar o clube no futuro. Eu acho que está sendo um ano mais positivo do que o ano passado, por tudo que vem acontecendo e já aconteceu, e isso também dá um respaldo muito bom para o momento político do clube ser, acima de tudo, bom principalmente para a entidade.

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