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Guto Ferreira, técnico do Bahia Guto Ferreira, técnico do Bahia

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Guto exalta torcida do Bahia e destaca triunfo sobre o Grêmio: ‘Moralizadora’

Foto: Felipe Oliveira/EC Bahia

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Em confronto direto na luta contra o rebaixamento, o Bahia foi melhor e venceu o Grêmio por 3 a 1, na noite desta sexta-feira, pela 36ª rodada da Série A. Apresentando atuação envolvente, principalmente no primeiro tempo, quando já abriu 2 a 0, o desempenho do Tricolor recebeu elogios do técnico Guto Ferreira na coletiva de imprensa após a partida. Mas, para além disso, o comandante fez questão de encher a bola da torcida, que lotou a Fonte Nova, protagonizando um espetáculo à parte do duelo, e dimensionou como ‘moralizador’ o tamanho do triunfo sobre o rival gaúcho.

Veja os pontos da coletiva

Rodriguinho e Rossi foram surpresa ou apenas saída tática?

– Rossi todos sabem do potencial, vem entrando bem, vem crescendo, é um jogador com muita objetividade. E o Rodriguinho vinha entrando bem, a gente precisava entrar com um equipe agressiva e aí fizemos essa opção e graças a Deus deu tudo certo.

Como manter a atitude e buscar o resultado para segunda-feira?

– Preciso se superar, vamos jogar com uma equipe que acabou, por questão de transporte, não fazendo um jogo que faria, então vai ser nos viajando desgastados, contra eles que não jogaram. Mas agora não é hora de chorar, é hora de se superar. Nós temos quatro jogos para buscar pelo menos seis pontos e estar bem tranquilos, e é isso que nós precisamos fazer.

Até que ponto os comentários da semana influenciaram a motivação do time?

– A primeira coisa é a necessidade e o profissionalismo da nossa equipe que fez todo esse resultado, ponto. A partir daí, a boca fala o que quer, isso o cara quer dar combustível para gente. Lógico, ninguém gosta de ser humilhado, colocado para baixo verbalmente, falando mal da nossa torcida, mexeu em coisas que só nos motivou, com certeza. Aquele algo mais, a cereja do bolo foi dada por ele, com certeza. Foi gasolina para nós. Que bom que eles jogaram para nós.

Gustavo Henrique

– Ele já vinha comigo, na minha estreia ele jogou, o Conti tava fora e o Conti voltou na partida seguinte, tinha jogado muito bem contra o atlético, e sob meu comando ele tem dois jogos e dois triunfos, então fico feliz com a atuação dele. Acho que se resume assim. O Conti, a experiência dele, traz uma tranquilidade para quem joga ao lado dele, muitos acertos de posicionamento ,saída de bola e jogo aéreo dele foi fantástico. O que ele tirou de bola foi brincadeira, controle fantástico contra dois especialistas no jogo aéreo e que usam muito o corpo e tanto ele quanto o Gustavo foram impecáveis.

Os 30 mil de público

– Como é bom jogar com essa torcida, cara, do nosso lado. E olha, hoje, o Bahia não teve 11 dentro de campo, teve 30 mil e 11 jogando dentro de campo, foi fantástico. O que essa torcida empurrou, fez acontecer, vai o desafio aqui, o torcedor: nós temos dois jogos dentro de casa. Venha, nos empurre, nos ajude a mas triunfos, vocês são primordiais nessa campanha nessa reta final.

O tanto que a vitória dá moral para o grupo

– Pode ser um divisor de águas, a gente não pode sentar em cima dela, até porque ela não define nada, mas ela pode ser um divisor de água, moraliza sim para os quatro jogos finais, deixa um concorrente direto muito forte para trás, nos tira do Z4 no critério de desempate, com um triunfo a mais e nos coloca na condição de nesses próximos jogo solidificar a nossa classificação dentro da competição.

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