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Náutico acumula erros e vai para o terceiro técnico em seis meses

Náutico, PE, Série C, Últimas

Por Lucas Holanda

Por Lucas Holanda

Postado dia 10 de junho de 2024

Em crise, Timbu soma apenas oito pontos em sete jogos na Série C

Os erros cometidos pela gestão de futebol do Náutico em 2024 são evidenciados em uma estatística alarmante: o clube vai para o terceiro técnico em seis meses de temporada. Com a saída de Mazola Júnior, demitido após o empate por 2 x 2 contra o Caxias-RS, o Timbu já está no mercado em busca de um substituto.

O Náutico começou a temporada com Allan Aal, demitido no fim de março após a derrota por 2 x 0 para o Sport na ida da final do Pernambucano. Na sequência, trouxe o técnico Mazola Júnior, que estreou em 6 de abril e fez a sua última partida em 9 de junho, ocupando apenas dois meses no cargo.

Dessa forma, com alta rotatividade na cadeira de técnico, o Timbu vai para o terceiro em seis meses, o que acende alerta para os sucessivos erros no departamento de futebol, que é composto da seguinte maneira:


  • Betão – diretor técnico
  • Léo Franco – executivo de futebol
  • * Thiago Dias – diretor de futebol
  • Rodolpho Moreira – gerente de futebol

* Dos citados acima, apenas Thiago Dias não é remunerado.

BETÃO E BRUNO BECKER - Náutico
Foto: Gabriel França/CNC

A gestão de futebol, diga-se, repetiu a mesma ‘receita’ que havia usado com Allan Aal. Bancou Mazola Júnior mesmo pressionado, mas demitiu após um resultado ruim dentro de casa – somada a coletiva do treinador, que subiu o tom, pediu reforços e até questionou a pouca pressão nos jogadores.

Mazola já sofria forte pressão externa e até mesmo interna, mas o clube optou por dar mais uma chance. Resultado: o treinador foi demitido após o empate em casa.

Outro ponto de forte questionamento ao departamento de futebol do Náutico é com relação ao aproveitamento nas contratações na temporada. O time segue com problemas no ataque, sobretudo no lado direito – a direção buscou um ponta para atuar ali, mas não contratou ninguém para assumir a posição até aqui.

Enquanto busca um novo treinador, o Náutico, a priori, não deve ter saídas no departamento de futebol. Mas pode ter a chegada de mais um membro – neste caso, seria alguém não remunerado, assim como Thiago Dias.

E aí é mais um ponto de questionamento ao departamento de futebol: a estrutura e quem, de fato, tem a palavra final.

Em crise, com apenas oito pontos em sete jogos na Série C, o Náutico corre contra o tempo para ter um novo treinador o quanto antes no Recife. O Timbu volta a campo na segunda-feira (17), diante do Floresta, nos Aflitos.

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1 Comentário

  1. Manoel Maurício Lemos de Sá Cruz

    A coisas que acontece e ficamos sem entender o porqur! E ,lEntao como podemos resolver esse problema é de fato sem solução, eu acredito que não.Porém acho que em primeiro lugar vamo-nos procurar o cerne da questão do treinador, ao se colocar uma pessoa numa vaga de emprego temos que saber se essa pessoa se qualificar para aquela função,com por exemplo examinando o seu currículo e após examinar o currículo,vamo-nos procurar se ele o candidato tem experiência naquele ofício e se sim,pediremos o seu Currículo pra realizar indagações a respeito em que times trabalhou e quais foram os resultados obtidos,Após essas indagações, o responsável o comunica que ira levar os documentos a Direção o que ele achou do entrevistado e em seguida após as avaliações decidem se o contrato e ou não.Mas não fazer o que os dirigentes fizeramcom o último técnico.

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