Sete dos últimos 11 compromissos serão diante de equipes diretamente envolvidas na disputa pelas primeiras posições
A vitória sobre a Ponte Preta marcou o início da segunda passagem de Mariano Soso pelo Sport, mas também encerrou uma sequência de jogos considerados mais “leves”. Na reta final da Série B do Brasileiro, o Leão terá vários confrontos que podem ser determinante para suas pretensões de acesso.
Os três próximos compromissos exemplificam o tamanho do desafio. Primeiro, o Sport visita o CRB (8º), na terça-feira (15), às 21h, no Rei Pelé. Depois, recebe o Juventude (1º), líder da competição, na Ilha do Retiro. Na sequência, encara o Náutico (10º) em um clássico que também envolve duas equipes interessadas na parte de cima da tabela.
CRB, Juventude e Náutico fazem parte de uma lista de adversários que ainda brigam pelo acesso e que estarão no caminho rubro-negro nas rodadas restantes. Atlético-GO (7º), Fortaleza (4º), Criciúma (5º) e Operário-PR (6º) também aparecem posteriormente na tabela do Sport.
Pra mim, a melhor qualidade de Mariano Soso é ser enérgico. E, daqui pra frente, o Sport terá uma sequência de jogos bastante complicada na Série B.
Como transferir essa energia para um elenco que já mostrou, em vários momentos da competição, não ter essa mesma gana? A resposta… pic.twitter.com/lgucsrEVxT
— Pedro Maranhão (@PedroMaranhao13) September 11, 2026
Ao todo, portanto, sete dos últimos 11 compromissos serão diante de equipes diretamente envolvidas na disputa pelas primeiras posições. Diante desse cenário, Mariano Soso foi questionado após a vitória sobre a Ponte Preta sobre um aspecto que marcou sua primeira passagem pelo clube: a energia à beira do campo.
O treinador foi perguntado sobre como pretende transmitir essa característica para um elenco que, em diferentes momentos da Série B, foi cobrado justamente pela falta de reação, intensidade e agressividade. Para o argentino, a atuação diante da Ponte deve servir como ponto de partida.
“Você coloca pela frente jogos complexos, pela qualidade dos adversários e por serem rivais diretos. Hoje, tínhamos consciência de que o confronto era contra um time que está na parte de baixo da tabela, mas isso não tira a complexidade. Você não pode subestimar um adversário que vem jogar sem pressão”, iniciou.
“Acho que os jogadores tiveram uma atitude e uma postura dentro de campo que precisam sustentar. É isso. Depois, precisamos melhorar os comportamentos coletivos. Para cada jogo futuro será diferente, contra adversários que também têm qualidade”, completou.
O treinador voltou a destacar a entrega apresentada em sua estreia e estabeleceu o comportamento como uma exigência para os próximos compromissos: “Nosso time não vai vencer apenas em função de um bom jogo quando tiver a bola. Tem que ter uma boa organização defensiva, ser forte nos duelos e ter jogadores agressivos. Acho que contra a Ponte Preta todos tiveram muita atitude. Então, vamos sustentar isso”.










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