Ex-mandatário afirma que preferia Claudinei ou Milton Mendes para o comando técnico do Leão
O ex-presidente do Sport, Gustavo Dubeux, fez críticas à contratação do técnico Gilmar Dal Pozzo para comandar a equipe na sequência da Série B do Brasileiro. Em entrevista ao podcast Mano a Mano, do canal Viu Cine Plus, o ex-dirigente afirmou que não aprovou a escolha da diretoria, embora tenha ressaltado a importância de apoiar o treinador neste momento.
“Eu particularmente não gostei da escolha do treinador. Acho que ele não tem identificação com o clube, é um treinador de tempo pequeno, a maneira de jogar é tranqueira. Mas a gente tem que torcer, porque o Sport tem uma camisa muito forte e precisa ser reforçado. Mesmo com um treinador que não seria o ideal, a gente tem que torcer que dê certo, porque às vezes o improvável dá certo”, afirmou.
Na sequência, o ex-presidente reconheceu as limitações financeiras enfrentadas pelo clube, mas disse acreditar que existiam alternativas mais interessantes dentro do perfil buscado pela diretoria.
“Financeiramente não poderia trazer um treinador de uma prateleira de Série A. Mas, dentro do critério de trazer um treinador que estava desempregado e fosse barato, você tinha outras opções, a meu ver. Eu, particularmente, não tinha trazido o Gilmar Dal Pozzo”, destacou.
“Dentro dessas opções de ser barato e estar desempregado, antes dele eu preferia Claudinei e preferia até Milton Mendes. Agora a gente tem que torcer para que dê certo. O que está agora é o melhor”, finalizou.
Gilmar Dal Pozzo foi anunciado pelo Sport no início de julho para substituir Márcio Goiano. O treinador assinou contrato até o fim da Série B e iniciou sua segunda passagem pelo clube com a missão de recolocar o Leão na briga pelo acesso à Série A. Até o momento, comandou a equipe na derrota por 1 a 0 para o Criciúma, fora de casa.
Figura conhecida na história recente do Leão, Gustavo Dubeux ocupou diferentes cargos no clube entre 2005 e 2018. Foi diretor e vice-presidente de futebol antes de assumir a presidência executiva entre 2011 e 2012.
Depois, presidiu o Conselho Deliberativo e voltou ao departamento de futebol em 2013, participando da campanha do acesso à Série A. Anos mais tarde, retornou como vice-presidente de futebol na gestão de Arnaldo Barros. Na última eleição, apoiou Branquinho contra a atual gestão.










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