Mandatário alvirrubro afirma que momento não exige troca no comando e reforça compromisso com o planejamento do clube
Em meio ao momento delicado vivido pelo Náutico na Série B, o presidente Bruno Becker reafirmou confiança no trabalho de Hélio dos Anjos e de Guilherme dos Anjos. Durante entrevista coletiva concedida na tarde desta terça-feira (14), o dirigente foi questionado sobre a permanência da dupla, após a equipe chegar à marca de sete jogos consecutivos sem vencer.
Embora reconheça a pressão pelos resultados, o mandatário Alvirrubro deixou claro que, neste momento, não vê espaço para uma mudança no comando do futebol como um todo. Segundo o presidente, a prioridade é preservar o projeto implantado pela atual gestão.
“As medidas que tiveram que ser tomadas para a gente manter o projeto, elas vão ser tomadas. Agora, como eu disse, não é o momento, penso eu, de mudanças radicais. O momento que a gente está passando não exige essas mudanças radicais, porque senão vou estar colocando em risco o projeto. Se eu começar a colocar em risco o projeto, vou estar sendo um incoerente com o que eu sempre defendo e defendi, enquanto gestão, enquanto presidente do clube”, enfatizou.
Na sequência, Bruno Becker ressaltou que ninguém dentro do clube possui permanência garantida, incluindo ele próprio. Ainda assim, reforçou que qualquer decisão será tomada com base na continuidade do planejamento traçado para o Náutico.
“Por outro lado, nem eu tenho cadeira cativa no clube. Posso ser retirado pelo sócio, uma Assembleia Geral de Sócios, posso ser afastado pelo Conselho Deliberativo e posso sair por mim mesmo. Se eu entender que eu não contribuo mais com o clube e que eu não posso agregar, eu não tenho problema nenhum em tomar uma decisão nesse sentido”, completou.
Por fim, o mandatário afirmou que não estabelece um prazo para avaliar a permanência da comissão técnica e da gestão do futebol. Para ele, o foco segue sendo fortalecer o projeto, independentemente da pressão pelos resultados imediatos.
“Pode parecer contraditório o que estou dizendo, mas no racional nosso de projeto de condução de clube, do que a gente vem querendo fazer de diferente, saindo do modelo tradicional que o Náutico sempre enfrentou, não enxergo qual é o limite. São duas, três, cinco rodadas, ou até o final do ano. Nós temos um projeto e vamos fazer tudo o que for necessário para manter esse projeto sustentado e exitoso como vem sendo”, finalizou.










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