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Gallo explica opção por Chiquinho no banco e diz que empate seria justo

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O técnico Alexandre Gallo surpreendeu ao deixar Chiquinho no banco em sua estreia pelo Santa Cruz. O jogador foi acionado durante o primeiro tempo do clássico quando o Náutico já vencia por 2×0 e participou do gol tricolor. A justificativa do treinador, no entanto, é de que o meia não teria condições de atuar os 90 minutos.

“Inicialmente, optamos por esse tipo de equipe porque enfrentaríamos um adversário tecnicamente à frente da gente e nosso time ainda está se encontrando pelo tempo de trabalho. Então, foi mais pela questão física. Guardamos ele (Chiquinho) para ter um segundo tempo mais técnico e aprimorar a bola parada, mas tivemos de fazer a substituição antes por conta do placar. Mas foi mais pela questão física do que técnica. Se ele começa, não aguentaria o jogo todo”, explicou.

Gallo aprovou o segundo tempo do Santa Cruz e acredita que o empate teria sido o resultado mais justo. O treinador ainda reclamou de um pênalti não marcado em Madson no final da partida.

“O mais positivo é de conhecer mais os atletas. As escolhas foram para ter força no primeiro tempo e no segundo ser mais técnico. Fizemos um segundo tempo brigado e teve aquele pênalti no Madson que aconteceu. O resultado mais interessante seria o empate pelo volume que as duas equipes tiveram. O Náutico foi melhor no primeiro e nós fomos melhores no segundo”, completou.

Por fim, o treinador afirmou que o Tricolor reforçará o elenco para a sequência da temporada e que nomes já estão sendo discutidos. “O Santa Cruz, assim como qualquer outra equipe do Brasil, está atento aos reforços. Estamos conversando com a diretoria e isso vai acontecer”, pontuou.

Foto: Rafael Melo/Santa Cruz

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