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Dado vê dificuldades do Bahia na saída de bola contra São Paulo e projeta correções

Foto: Felipe Oliveira/EC Bahia

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A derrota do Bahia para o São Paulo, por 1 a 0, no Morumbi, expôs a dificuldade que o Tricolor teve diante da marcação forte dos donos da casa, pressionando muito o jogador que estivesse com a bola. Nisso, a saída de jogo do Esquadrão foi muito prejudicada, até pela ausência do meia Daniel. Isso dificultou também o setor de criação da equipe, que atuou com Jonas, Patrick de Lucca e Thaciano no meio. Assim, com menos oportunidades criadas, principalmente no segundo tempo, acabou incomodando pouco o Tricolor Paulista.

“Nós sabíamos que seria um jogo de poucas chances. Tivemos poucas chances também no primeiro tempo. Faz-se necessário dizer que no primeiro tempo, mesmo com a posse de bola, o São Paulo não finalizou no nosso gol. Era um jogo de poucas chances. No segundo tempo cedemos mais espaço, algumas mudanças deles contribuíram para ter uma pressão mais forte, com jogadores mais leves, mais rápidos. E perdemos mais força ainda para sair na velocidade, para a profundidade. Dentro do que esperávamos de dificuldade para o jogo, se refletiu em campo. É entender um pouco, já que vamos enfrentar esse adversário no returno, entender o que produzimos para vencer essa defesa no primeiro tempo e deixá-las guardadas para a volta”, avaliou o técnico do Bahia, Dado Cavalcanti.

O treinador também lamentou o fato do Bahia sair derrotado em um outro jogo que consegue bater de frente com uma das grandes equipes da competição. Foi assim com o Palmeiras, no Allianz Parque, quando o Esquadrão foi derrotado por 3 a 2, e agora com o São Paulo. Como o próprio Dado classificou, foi “jogo de cachorro grande” e, por pecar nos detalhes, o Tricolor de Aço saiu derrotado em ambos.

“Jogo de cachorro grande, geralmente, se vence no detalhe. E esse detalhe pesou a favor do nosso adversário. A gente lamenta demais pelo resultado. Entendemos muito o jogo difícil que enfrentaríamos, a marcação alta do nosso adversário, a dificuldade em construir e circular. Agora é utilizar a semana cheia, que é favorável para treinos mais específicos em relação a detalhes que façam a diferença no resultado no próximo final de semana”, encerrou o comandante do Bahia.

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